Apenas dois comprimidos a mais do que o recomendado podem desencadear uma reação em cadeia silenciosa no seu corpo, transformando o remédio mais inofensivo do seu armário em um veneno para o fígado. Isso não é alarmismo de bula. É a realidade farmacológica do paracetamol, um analgésico tão onipresente nos lares brasileiros e europeus que ganhou status de água com açúcar — e é justamente aí que mora o perigo.