Vaticano Acerta as Contas com o Sobrenatural: Aparições, Estátuas que Choram e o Fim das Ilusões Fáceis. Imagina só: você tá lá, numa capelinha esquecida no interior, e de repente uma imagem de Nossa Senhora começa a suar sangue. O coração acelera, o boca a boca rola solto nas redes, e em semanas o lugar vira point de peregrinos, vendedores de terço e até uns espertinhos vendendo água benta "milagrosa" por 50 pila o litro. Soa familiar?
Robô Pregando no Templo: o Dia em que o Buda Virou Androide e Ninguém Sabia se Ria ou se Rezava. Imagina a cena: você entra num templo budista milenar em Kyoto, cheiro de incenso no ar, silêncio absoluto… e de repente uma deusa de alumínio e silicone, com cara de boneca de anime cara, levanta a mãozinha mecânica, faz contato visual com você e começa a dar sermão sobre compaixão. Não é filme de ficção científica não, irmão. Isso tá acontecendo AGORA, desde 2019, e o nome dela é Mindar.
Imagine só: é o ano 211 d.C., Roma tá no auge do caos imperial, com Septímio Severo recém-enterrado e o filho dele, Caracala, já tramando contra o irmão pra subir no trono sem concorrência. O cara, que mais tarde viria a ser um dos imperadores mais sanguinários da história, tá ali, afundado num leito de marfim, o corpo queimando de febre alta, mal consegue erguer a cabeça sem que o mundo gire como um gladiador bêbado na arena.
"Cinzas no Vento, Alma na Espera: Por Que o Judaísmo Diz Não à Cremação (e o Que Isso Diz Sobre Nós)" Você já parou pra pensar no que acontece com o corpo depois que a gente morre? Não no sentido científico — isso a gente já sabe: bactérias, decomposição, volta ao pó. Mas no sentido sagrado? No sentido de ritual, de respeito, de como uma cultura inteira escolhe tratar o que sobra de quem foi embora?