Tem uma coisa curiosa acontecendo nos maiores centros de pesquisa do mundo. Enquanto cientistas gastam bilhões de dólares desenvolvendo novos medicamentos em laboratório, uma parte crescente deles está pegando caderno e indo entrevistar anciãos de comunidades indígenas. Não como curiosidade antropológica. Como ciência de verdade. Os Cherokees — uma das nações indígenas mais antigas das Américas, originalmente habitando o sudeste dos Estados Unidos — carregam um sistema de conhecimento medicinal que atravessou pelo menos dois mil anos.