Mequinho: o gênio brasileiro que fez o mundo tremer no tabuleiro — e que o Brasil insiste em esquecer. Imagina só: um garoto do interior do Rio Grande do Sul, filho de bancário, sentado sozinho do outro lado do tabuleiro, encarando os melhores cérebros que a União Soviética já produziu. Sem federação forte, sem apoio de governo, sem patrocínio bilionário, sem nada. Só ele, a cabeça e trinta e duas peças.