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Apolonio de Tiana - Parte 3

apolonio3NECTEMEROM – 6ª Hora - A Sexta Hora, até onde acaba de chegar a nossa exposição, diz: "O Espírito permanece impassível. Ele vê o monstro infernal vir ao Seu encontro e está sem medo." Pudemos, então, estabelecer que a Quinta Hora foi a "Hora da Vitória", na qual o candidato nos Mistérios Gnósticos, primeiramente, lança um olhar retrospectivo e depois, sob nenhuma condição, toma a decisão de não mais trabalhar com as forças e os métodos da vida antiga; porque, se o fizesse, essas forças, como que automaticamente, passariam a governá-lo. Em seguida, dirige os seus olhos para o futuro, onde, provido de forças completamente novas, isto é, provido das forças das Grandes Águas, ...

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Apolonio de Tiana - Parte 1

apolonio1Apolônio de Tiana (Tiana, Capadócia, 13 de Março de 2 a.C. – Éfeso, c. 98) foi um filósofo neo-pitagórico e professor de origem grega. Seus ensinamentos influenciaram o pensamento científico por séculos após a sua morte.  principal fonte sobre a sua biografia é a "Vida de Apolônio", de Flávio Filóstrato, na qual alguns estudiosos identificam uma tentativa de construir uma figura rival à de Jesus Cristo. Apolônio também é citado nas obras "A Vida de Pitágoras", ...

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Apolonio de Tiana - Parte 2

apolonio2NUCTEMEROM – 3ª Hora - Terceira Hora: As serpentes do Caduceu de Hermes se entrelaçam três vezes. Cérbero escancara sua tríplice goela, e o fogo entoa louvores a Deus pelas três línguas do relâmpago. Em nosso artigo anterior falamos sobre uma parte da Segunda Hora do Nuctemeron de Apolônio de Tiana, a saber: "Mediante a dualidade, os peixes do zodíaco louvam a Deus". A parte restante, que não foi tratada, diz: As serpentes ígneas enrolam-se em torno do Caduceu, e o relâmpago torna-se harmonioso". Por meio da parte já tratada vimos que, quando o candidato permanece sobre o Tapete, numa diretriz inequívoca, ele obtém o domínio sobre si mesmo e, em decorrência dessa unificação dos "eus", o diabo no candidato perde a sua maldade e a sua ira.

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Joana D'Arc

joana1Ruão, 30 de maio 1431), por vezes chamada donzela de Orléans, é a santa padroeira da França e foi uma heroína da Guerra dos Cem Anos, durante a qual tomou partido pelos Armagnacs, na longa luta contra os borguinhões e seus aliados ingleses. Descendente de camponeses, gente modesta e analfabeta, foi uma mártir francesa canonizada em 1920, quase cinco séculos depois de ter sido queimada viva. Segundo a escritora Irène Kuhn, Joana d'Arc foi esquecida pela história até o século XIX, conhecido como o século do nacionalismo, ...

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