Venezuela: Crônica De Um Genocídio Silencioso e Cruel

venelou1Por Emma Sarpentier, 23/11/2017 - O ditador Nicolas Maduro vem promovendo um genocídio do povo venezuelano. Um genocídio que obedece aos interesses de um grupo criminoso que enriquece-se com o narcotráfico e a lavagem de dinheiro, às custas da saúde física e mental de nosso povo. E não se trata aqui de uma crise humanitária, ...

mas sim de um genocídio aberto e silencioso, cujo principal responsável foi o falecido comunista Hugo Chávez, mas que também deve-se às forças armadas venezuelanas que nos massacra, bem como o ditador Nicolás Maduro. Esse genocídio deve-se também a Nicolás Maduro, um homem inepto que usurpa a presidência do meu país e que dança alegremente e zomba nas nossas caras, enquanto apropria-se arbitrariamente da posse das dos outros e nos mata de fome. O genocídio é o horror dos extermínios, porque ignora e não preocupa-se com a vida humana. Para o regime comunista, a minha vida é algo sem valor.

Diante desse cenário, cabe-nos perguntar: Não há uma mínima consciência desse genocídio, do mistério que habita em cada um de nós? Quanta escuridão o coração humano pode armazenar? E quanto de nobreza? O que faz com que coração de Nicolás Maduro seja impiedoso e assassino? E o meu inclinado a amar e confortar os outros? Porque o choro e a dor da criança com fome me provocam um choro contido, sinto que uma parte é separada da minha alma, sempre que a morte leva a criança sem que pudesse conhecer a alegria de viver.

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Todo o tempo eu penso como poderia entrar na mente do sátrapa e deixá-lo com um sopro de consciência e a visão de um país triste, frustrado e com fome. Nicolás Maduro e sua gangue de narcotraficantes cometem crimes obscuros e traiçoeiros: eles nos enviam para a prisão apenas por ser parte da dissidência, nos submetem a julgamentos em tribunais cúmplices do poder, eles enganam, mentem sem um pingo de vergonha, e são os artífices das fraudes eleitorais e do completo aparelhamento de nosso sistema judiciário.

Diante do colapso de nosso país, a comunidade internacional precisa compreender quer que aqui não há nenhuma crise humanitária no sentido usual do termo. O que existe na Venezuela hoje é um processo genocida que vai além das crianças mortas nos hospitais, a fome, o êxodo dos estudantes e profissionais e nossa ostensiva perda de peso. O genocídio continua sua marcha sem cessar e a permanência de Nicolás Maduro no poder já pode ser contada em número de mortos.

As vítimas do genocídio que o narco-socialismo bolivariano está promovendo em meu país são as crianças e os idosos, que não suportam a fome e rapidamente tornam-se malnutridas até morrerem. A revolução socialista bolivariana é eficiente na sua maquinaria da morte. Com a fome, a falta de remédios e alimentos, o socialismo bolivariano torna-se uma cópia fiel do sistema criado por Stalin ou Hitler, faltando apenas os fornos para incinerar cadáveres.

Na Venezuela ocorre o maior genocídio dos últimos tempos. Com o dinheiro advindo do tráfico de cocaína, o regime contrata paramilitares e mercenários colombianos e de outros países, bem como também bandos de criminosos internos, com o objetivo de semear o terrorismo e a morte no país. Todas as instituições do estado foram sequestradas pelo regime comunista e terrorista cubano que, juntamente com o Foro de São Paulo, financiam os assassinos e terroristas para executar suas ações perversas. contra um povo faminto e desarmado.

 

O Brutal e Nefasto Genocídio Venezuelano

 

16/01/2018 - Os venezuelanos tornaram-se prisioneiros em seu próprio país, reféns de um regime maléfico, brutal e tirânico, que tem por único objetivo dizimar a população, o que é algo deveras comum em governos totalitários comunistas. Desesperado para se manter no poder, Nicolás Maduro emprega os métodos mais agressivos e aflitivos para extirpar de forma categórica toda e qualquer oposição ao seu governo. Matar venezuelanos, essa é a especialidade – na verdade, a única finalidade – do sanguinário, ditatorial e corrosivo regime narco-bolivariano. Agora, fica a pergunta: quem salvará o povo venezuelano deste abismal horror agressivo, sórdido e cruel, que não tolera nenhuma oposição?

Ainda que o nível de violência empregado contra a população seja inequivocamente mortífero, letal e sanguinário a maior arma do regime de Maduro é a inanição, forma clássica de agressão, aplicada por todos os regimes socialistas. Com a mortandade – sobretudo infantil – ocorrendo de forma sistemática e consistente, imperativamente drástica e brutal, não é difícil constatar que temos um genocídio em andamento. Um genocídio elaborado de forma metódica pelo Foro de São Paulo. E nenhuma autoridade, governo ou organização internacional está solidária com nossos vizinhos sul-americanos. Muito pelo contrário. Estão todos completamente apáticos e indiferentes.

Para piorar, Oscar Perez, o guerreiro dissidente que lutava contra a ditadura narco-bolivariana, morreu em uma operação executada pelas repressivas milícias chavistas. Agora, o moral dos insurgentes foi profundamente abalado, com a morte do grande símbolo da resistência e da liberdade venezuelana.

A única coisa que importa para o regime de Nicolás Maduro é ocultar informações e esconder quão ruim está a situação na Venezuela. Com o mortícinio de crianças vítimas da inanição, o governo está pressionando e intimidando médicos, e demais agentes da área da saúde, para não relatarem desnutrição como causa da morte de crianças (leia). O que vemos é um agravamento sistemático da crise, que está arruinando vidas, destruindo o futuro de uma nação, e mantendo seus cidadãos reféns de uma organização criminosa ditatorial, hostil e assassina, sem ninguém para desafiá-la. Depois de destruir as possibilidades de prosperidade da população com políticas que destroçaram o livre mercado, Nicolás Maduro fomentou os componentes elementares de um governo onde pode reinar supremo. Pode matar quem quiser, como quiser e quando quiser, e tudo ficará bem. Mesmo com o país entrando sistematicamente em um desmesurado e irrefreável colapso, como a América Latina nunca antes havia testemunhado em toda a sua história.

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A indiferença dos homens do estado de todas as nações – especialmente as mais relevantes –, no entanto, é algo tão ostensivamente maléfico e infame, quanto abominável e atroz. E o apoio que indivíduos como Aloysio Nunes – ministro das relações exteriores – dá ao totaitário e assassino regime narco-bolivariano, assim como organizações criminosas como PT e PSOL não apenas expõe o sórdido fato de que existem pessoam terrivlmente maléficas neste mundo, como me faz desejar impor soluções extremas ao problema. De qualquer maneira, Nicolás Maduro deve cair, e para isso devemos buscar todos os meios que estão ao nosso alcance. Até mesmo a guerra, se necessário for.

Fonte: https://criticanacional.com.br
           https://www.oultraconservador.com.br

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