Emanuela Orlandi, uma jovem de apenas 15 anos, desapareceu em 22 de junho de 1983, nas ruas da Cidade do Vaticano, em um evento que se tornaria um dos casos mais intrigantes da história moderna italiana. Filha de um funcionário do Vaticano, Emanuela saiu de casa para uma aula de música, na Escola de Música Tommaso Ludovico da Victoria, e nunca mais foi vista. A última comunicação que teve com sua família foi um telefonema para sua irmã, no qual mencionou uma oferta de trabalho para distribuir panfletos de uma marca de cosméticos. Um dia comum que logo se transformaria em um pesadelo.