Imagine um cara arrastando um caixão pela lama vermelha do Velho Oeste, com um olhar que diz "eu já vi o inferno e trouxe um pedaço de volta". Esse é Django, o pistoleiro que em 1966 explodiu as telas italianas e mudou pra sempre o que a gente entende por faroeste. Não é aquele cowboy bonitinho de Hollywood cantando ao pôr do sol. É um anti-herói sujo, vingativo e sem papas na língua, num mundo onde a violência não é coreografada, é crua, sanguinolenta e sem redenção fácil.