Eletricidade Suja

elesu12009 - É a mais recente forma de poluição e, tal como a poluição electromagnética, cresce exponencialmente. A eletricidade suja, está à nossa volta desde a existência da eletricidade, mas tem aumentado, nos ultimos tempos de forma muito significativa. As causas são muito variadas, e os aparelhos que mais a produzem são os pequenos transformadores, os adaptadores que equipam muitos dos nossos aparelhos atuais, as lampadas económicas ( CFL ,Compact Fluorescent Lamps ), dimmers abaixadores de luzTV’s etc.

Os componentes biologicamente ativos da “eletricidade suja”, são as correntes transientes e harmonicas que circulam nas cablagens. Estes componentes de radio frequência são os que causam os mesmos inconvenientes que as comunicações sem fios. Um estudo do Dr.Sam Milham, publicado recentemente no American Journal of Medicine, em 2008, alerta para a preocupação de que estas voltagens transientes e de alta frequência, que circulam nos fios de abastecimento elétrico, são causadores potenciais de doenças nas populações expostas a estas radiações.

Como somos afetados?

Novas evidências mostram que a “eletricidade suja” é biologicamente ativa , e o seu efeito sobre a nossa saúde é tão forte que não podermos dar-nos ao luxo de o ignorar. É um dado adquirido que estamos rodeados por esta influência nociva, o que provavelmente quere dizer que podemos já estar a ser afetados, com sintomas menores ou maiores da deterioração da nossa saúde. Pesquisas mostram que a “eletricidade suja” pode estar a ser responsável pelo aumento de doenças como:

- câncer
- Diabetes
- Asma - esclerose múltipla
- Arritmia
- Bronquite
- Autismo

Outros sintomas e transtornos causados pelos seus efeitos são:

- Insônia
- Perda de memória
- Falta de Concentração
- Ansiedade
- Depressão
- Alterações Neurológicas
- Alterações no sangue
- Dores de cabeça
- Náusea

Nos ultimos anos, tem havido um significante aumento destes transtornos e doenças, e os profissionais de saúde não afastam a possibilidade de que o aumento do uso de. tecnologias elétricas e eletronicas, possam ter grande parte da responsabilidade. Está na altura de tomar consciência destes factos, e tomar medidas para que as cablagens elétricas que nos rodeiam, não nos usem como antenas captadoras recebendo no nosso corpo os efeitos e perturbações induzidas pela “eletricidade suja”. Para reduzir estas emissões, seria aconselhavel seguir os passos que recomendamos, para melhorar a saúde e aprender a nos defendermos da era da “Era da Eletricidade Suja e do Wireless”.

Como Lidar com a Eletricidade Suja

Há maneiras de poder reduzir os níveis desta poluição dentro dos nossos ambientes. Pode ser tão simples como substituir as nossas lampadas “ditas económicas” por lampadas incandescentes, uma vez que as lampadas fluorescentes compactas (CFL) , que nos apregoam com “economicas”, criam nos circuitos elétricos, frequências altas e nocivas, emitem UV, contém Mercurio, e tem uma cintilação de frequência tão alta que confunde nosso cérebro. Tambem pode ser que altos niveis de poluição sejam devidos à proximidade de fontes externas de produção de altas frequências, como postes com antenas de telemóveis, ou porque os vizinhos possuam aparelhos que contaminem os circuitos e cablagens elétricas.

Aconselhamos medições dos ambientes de trabalho e quartos de dormir, onde se passam grandes periodos de permanência, e assim determinar os niveis de poluição existentes. O Parlamento Europeu já reconheceu esta ameaça à nossa saúde, e a Comunidade Cientifica Europeia já determinou valores limite máximos, para a nossa exposição a esta nova ameaça do nosso bem-estar e saúde.

 

Modernos sistemas de potência e de telecomunicações

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2014 - Até recentemente, a radiação eletromagnética natural de fundo era relativamente constante, mas a situação mudou com o desenvolvimento dos modernos sistemas de potência e de telecomunicações. O ambiente está hoje fortemente impactado pelos CEM’s (Campos eletromagnéticos), oriundos de rádios, TVs, repetidoras de micro-ondas, telefonia celular, radiações produzidas pelas instalações elétricas, e muitas outras fontes de energia elétrica.

Correntes elétricas existem, naturalmente, no corpo humano e são partes essenciais das funções corporais normais. A frequência simplesmente descreve o número de oscilações ou ciclos por segundo. A baixas frequências, os CEM’s atravessam o corpo, enquanto que, em radiofrequências, os campos são absorvidos.

Os efeitos da exposição externa do corpo humano e de suas células aos CEM’s dependem principalmente de sua frequência, de sua magnitude ou intensidade, e do tempo de exposição. A exposição ambiental prolongada, mesmo que não muito intensa, pode constituir uma ameaça à vida humana. Nos seres humanos, um efeito adverso à saúde resulta de um efeito biológico que cause um agravo detectável na saúde ou bem-estar dos indivíduos expostos. Algumas pessoas são hipersensíveis aos campos eletromagnéticos e alguns sintomas mais reportados são:

- Problemas com o sono
- Problemas de pele
- Falta de concentração e memória
- Tonturas e fadiga
- Problemas cardíacos
- Depressão
- Problemas digestivos
- Dores de cabeça e intolerância à luz

Exemplos de energia suja

- Petróleo (gasolina, diesel e querosene de aviação)
- Carvão mineral
- Carvão vegetal (lenha)
- Energia Nuclear - principalmente devido lixo atômico gerado no processo.
- Gás natural - além de ser uma fonte não renovável, seu uso também gera poluição do ar.

esvantagens do uso das fontes de energia suja

- Geralmente não são renováveis, ou seja, são fontes esgotáveis.

- Causam poluição ambiental, principalmente do ar, gerando problemas de saúde nas pessoas. Os habitantes de grandes centros urbanos são os que mais sofrem estas consequências.

- São os principais causadores do aquecimento global do planeta e das mudanças climáticas.

- São mais caras, como ocorre com as usinas termelétricas que possuem custos de operação mais elevados do que as hidrelétricas.


Entenda a diferença entre energia limpa e energia suja

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2016 - A chamada energia suja é aquela energia que foi obtida a partir de fontes que geram poluentes na atmosfera e trazem malefícios para o meio ambiente e para a saúde das pessoas. Em geral, as fontes de energia suja são utilizadas na produção de energia elétrica e nos meios de transporte. Os exemplos mais comuns de energia suja são: carvão mineral e vegetal, energia nuclear, petróleo e gás natural.

A energia suja não é renovável, ou seja: sua fonte se esgota com o tempo e está associada à poluição e degradação ambiental. Além disso, a energia suja é uma das principais causadoras do aquecimento global e das mudanças climáticas. Em muitos casos, a energia suja também apresenta desvantagens financeiras, pois possui custos de operação e manutenção muito elevados.

A energia limpa, por sua vez, refere-se à energia produzida a partir de recursos renováveis e que não produzem resíduos poluidores do ambiente. Trata-se do tipo de energia considerado ideal, pois não prejudica o ambiente. Os principais exemplos de energia limpa são a energia eólica (gerada a partir da força do vento), solar (gerada por raios solares) e os biocombustíveis, que são produzidos a partir de produtos naturais.

No Brasil, a energia suja ainda é muito utilizada, mesmo com a grande quantidade de energia que as hidrelétricas produzem. Isso acontece porque a produção das hidrelétricas não é suficiente para atender o mercado nacional, especialmente no verão. A crise hídrica também é um problema: quando os reservatórios estão muito baixos, as termelétricas são acionadas para ajudar na produção da energia. Diante deste contexto, o Brasil ainda depende de combustíveis fósseis como a gasolina.

 


Fonte: www.dirtyelectricity.org
           http://www.mreengenharia.com.br
           http://www.suapesquisa.com

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