Disruptor endócrino

disru1Disruptores endócrinos são substâncias exógenas que agem como hormonas no sistema endócrino e causam alterações na função fisiológica das hormonas endónenas. Estudos têm ligado os disruptores endócrinos a efeitos biológicos adversos em animais, dando origem a preocupações de que a exposição a níveis baixos possam causar efeitos similares em humanos. Desde a publicação ...

do livro de Rachel Carson, Silent Spring, têm havido preocupações sobre os potenciais efeitos profundos e deletérios de agentes químicos nas populações da vida selvagem e que a saúde humana está muito ligada à saúdo do meio ambiente.

Apesar de pesquisadores terem estudado os efeitos endócrinos de químicos, no passado, o termo disruptor endócrino foi cunhado em 1991, numa conferência no Wingspread Conference Center em Racine, Wisconsin. Esta conferência foi dirigida por Theo Colborn, então ligada ao World Wildlife Fund e à W. Alton Jones Foundation. O termo foi introduzido na literatura científica com o seu artigo de 1993. Neste artigo, afirmava que os químicos no ambiente afectam o desenvolvimento do sistema endócrino e que esses efeitos de exposição durante o desenvolvimento são permanentes.

Os disruptores endócrinos são compostos por uma grande variedade de classes químicas, incluindo hormonas, constituintes vegetais, pesticidas, compostos usados na indústria do plástico e em produtos de consumo e em outros subprodutos e poluentes industriais. Alguns estão altamente dispersos no ambiente. Alguns são poluentes orgânicos persistentes (POP) e podem ser transportados a longas distâncias, através de fronteiras nacionais e têm sido encontrados em virtualmente todas as regiões do planeta. Outros são rapidamente degradados no ambiente ou corpo humano ou podem estar presentes por apenas pequenos períodos de tempo.Os efeitos na saúde provocados por disruptores endócrinos incluem uma variedade de problemas reprodutivos, incluindo fertilidade reduzida, anormalidades no trato reprodutivo masculino e feminino, alterações na razão machos/fêmeas, perda de fetos, problemas de menstruação, mudanças nos níveis hormonais, puberdade iniciando mais cedo, problemas comportamentais e cerebrais, funções imunitárias afectadas e vários tipos de cancro.

Um exemplo das consequências da exposição de animais em processo de desenvolvimento, incluindo humanos, a agentes hormonalmente activos, é o caso do dietilstilbestrol, um estrogénio não-esteróide e não um não poluente ambiental. Anteriormente a ser banido, no início da década de 1970, médicos prescreveram este composto a até 5 milhões de mulheres grávidas, para impedir o aborto espontâneo, um uso off-label desde medicamento antes de 1947. Foi descoberto que, depois das crianças terem passado a puberdade, o composto afectou o desenvolvimento do sistema reprodutivo e causou cancro vaginal. A relevância deste caso no que diz respeito aos riscos de exposição a disruptores endócrinos é questionável, devido ao facto de as doses envolvidas serem muito mais elevadas nestes indivíduos do que aquelas relacionadas com exposições ambientais.


Disruptores Endócrinos

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Por Débora Carvalho Meldau - Os disruptores endócrinos, também conhecidos como desreguladores endócrinos e interferentes endócrinos, consistem em substâncias químicas capazes de interferir no sistema endócrino do organismo, causando efeitos adversos no desenvolvimento, reprodução, sistema neurológico e imunitário dos seres vivos (humanos e animais). Existe uma gama de substâncias capazes de alterar o sistema endócrino de um organismo. Dentre elas são encontradas substâncias de diferentes classes químicas, como hormônios, constituintes vegetais, pesticidas (como, por exemplo, DDT), compostos utilizados na indústria do plástico (como, por exemplo, alquilfenóis, bisfenol-A e ftalato) e de produtos de consumo e outros subprodutos e poluentes industriais.

Algumas dessas substâncias se dispersam facilmente no ambiente, já outras persistem (poluentes orgânicos persistentes - POP), acumulando-se no solo e sedimento de rios, sendo transportadas a longas distâncias. Ao passo que se acumulam ao longo da cadeia trófica, simbolizam um sério risco à saúde dos seres que estão no topo da cadeia alimentar, mais especificamente, os humanos. Os disruptores endócrinos atuam no organismo substituindo os hormônios, bloqueando a sua ação natural, ou ainda, elevando ou reduzindo a quantidade original de hormônios, alterando o funcionamento do sistema endócrino.

Dentre a grande variedade de alterações que os disruptores endócrinos são capazes de causar ao organismo humano, estão:

Redução da qualidade espermática
Atrofia testicular;
Criptorquidia;
Impotência;
Redução da função do sistema imunológico e aumento de doenças infecciosas;
Endometriose;
Diminuição do QI de filhos nascidos de mães contaminadas;
Alterações do ciclo menstrual;
Puberdade precoce;
Problemas comportamentais e neurológicos;
Diferentes tipos de neoplasias;
Hipotireoidismo;
Aborto;
Natimortos;
Prematuridade;
Hipospádia;
Alterações das glândulas sebáceas.


Disruptores endócrinos alteram sistema hormonal e podem provocar distúrbios mesmo em pouca quantidade

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Você já ouviu falar em disruptores endócrinos? O nome parece ser difícil, mas todos nós estamos em contato com eles. Essas substâncias nocivas, ainda pouco estudadas, vêm ganhando cada vez mais destaque em pesquisas. A preocupação tende aumentar, pois a cada dia vemos mais estudos apontarem os danos à saúde e ao meio ambiente que essas substâncias xenobióticas (estranhas ao nosso organismo) podem causar.

Os disruptores endócrinos (DEs) (endocrine disruptors chemicals, em inglês) são uma gama de substâncias químicas que interferem no sistema hormonal, alterando a forma natural de comunicação do sistema endócrino, causando distúrbios na vida selvagem e também na saúde do próprio homem.

Como agem os disruptores endócrinos no organismo humano

Os DEs atuam no organismo humano por meio de imitação dos hormônios naturais (como o estrógeno), dessa forma, ocorre um bloqueio da ação hormonal natural e uma alteração dos níveis de hormônios endógenos.

Apesar de já existirem na natureza muitas substâncias similares, como os fitoestrógenos presentes na soja, os artificiais supõem um perigo muito maior que os compostos naturais, pois eles persistem no corpo durante anos, enquanto os estrógenos naturais podem ser eliminados em poucos dias.

Nosso organismo é capaz de eliminar os estrógenos naturais por já estarmos adaptados a eles, mas muitos dos compostos artificiais resistem aos processos de excreção e se acumulam no organismo, submetendo humanos e animais a uma contaminação de baixo nível, mas de longa duração. Essa forma de exposição crônica por substâncias hormonais sintéticas não tem precedentes em nossa história evolutiva.

Ocorrência e exposição aos disruptores endócrinos

Os primeiros relatos de substâncias químicas que agiam como disruptoras endócrinas foram pelo uso do Dietilestilbestrol, um medicamento usado por mulheres entre os anos 50 e 70, o qual apresentou resultados desastrosos, como o câncer de vagina e infertilidade nas filhas nascidas de mães que o usaram, além de deformações irreversíveis do útero.

Outros inúmeros prejuízos foram causados por pesticidas como o DDT, inicialmente considerado como “milagroso” pelo controle de pragas na lavoura, ele provocou vários problemas na saúde da população no mundo todo, inclusive no Brasil, principalmente na região de Cubatão.

Atualmente, esses compostos sintéticos são originários de diferentes tipos de indústrias, destacadamente a química, e considerando que anualmente são lançadas novas substâncias no mercado sem o devido estudo prévio em relação aos efeitos nos organismos e no meio ambiente, estamos constantemente entrando em contato com novas substâncias que podem atuar como desreguladores hormonais.

Além disso, outros produtos encontrados em casa também são fontes de DEs, como os produtos de higiene pessoal, cosméticos, aditivos alimentares e contaminantes. Para entendermos melhor, devemos conhecer alguns grupos de DEs mais comuns e com os quais entramos em contato todos os dias.

Conheça melhor as substâncias químicas que funcionam como DEs

Confira algumas matérias especiais da eCycle que explicam de forma mais detalhada como agem, onde são encontradas e como evitar algumas dessas substâncias. Confira:

• Ftalatos
• Bisfenol A
• Parabenos
• Chumbo
• Triclosan
• Benzeno
• Tolueno

Perigo em baixa doses

Ainda não se sabe qual a quantidade necessária dessas substâncias para causar danos à saúde humana. Entretanto, estudos apontam que quantidades ínfimas já teriam a capacidade de serem perigosas.

Ao longo dos últimos 10 anos, tem sido estabelecido que os disruptores endócrinos podem interagir e produzir efeitos aditivos, mesmo quando combinados em baixas doses, as quais individualmente não produziriam efeitos observáveis??.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) há indícios de que a exposição aos DEs ao longo do tempo aumentaram algumas doenças, como:

• Reprodutivas / endócrinas: câncer de mama, câncer de próstata, endometriose, infertilidade, diabetes, obesidade.

• Imunes / autoimunes: suscetibilidade a infecções, doenças autoimunes.

• Cardiopulmonares: asma, doenças cardíacas, hipertensão, infarto.

• Cerebrais / nervosas: mal de Parkinson, mal de Alzheimer, transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), dificuldades de aprendizado.

Outro fator relacionado aos DEs é a obesidade. Acredita-se que a principal ação dos DE relacione-se à interferência na diferenciação do adipócito e nos mecanismos de homeostase do peso. No Brasil, as maiores prevalências de obesidade são encontradas nas regiões mais industrializadas do país, portanto, onde potencialmente ocorre maior exposição da população a DE.

Embora haja alguns esforços, ainda conhecemos muito pouco sobre essas substâncias e, nos dias de hoje, existe uma infinidade de produtos químicos sintéticos que ainda não foram avaliados quanto à atividade de desregulação hormonal e muitos não são identificados pelo fabricante no produtos. Por conta disso, estamos olhando apenas a ponta do iceberg, ainda há perguntas a serem respondidas, como: quantos DEs existem? De onde eles vêm? Quais os seus efeitos a longo prazo? Quais seus mecanismos de ação? Todas essas perguntas precisam de respostas.

Enquanto isso, temos que nos precaver e buscar novas informações para sabermos como evitar disruptores e outras substâncias nocivas. Fique atento às publicações da eCycle para saber sobre as principais novidades relacionadas à questão.


Disruptores endócrinos – um perigo para a sua saúde

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As hormonas são fundamentais para um adequado funcionamento do nosso organismo. Atuam como mensageiros que levam as ordens aos diferentes órgãos, sendo através das hormonas que o nosso organismo faz chegar as diferentes instruções aos tecidos. A insulina, o estrogénio ou as hormonas tiroideas são apenas alguns exemplos de hormonas.

Um disruptor endócrino é uma molécula exterior ao organismo (normalmente um composto químico sintético), que é capaz de alterar o funcionamento das nossas hormonas. Um disruptor endócrino interfere com a ordem que a uma determinada hormona era suposto dar, interferindo assim no complexo sistema de comunicações do nosso organismo. Dada a complexidade e a diversidade de funções de diferentes hormonais, as consequências são diversas: infertilidade, obesidade, cancro, interferindo ainda no desenvolvimento intrauterino, alterando o desenvolvimento cerebral, hormonal e sexual do futuro bebé.

Os disruptores endócrinos estão presentes em plásticos, embalagens, agrotóxicos (como os pesticidas), perfumes, ambientadores, produtos de limpeza, cremes e muitos outros compostos que nos rodeiam. Isto significa que todos os dias podemos estar a absorver estes compostos no ar que respiramos, nos alimentos que consumimos ou nos cremes e produtos que colocamos na nossa pele.

Apresentar ou não as consequências descritas passa então a ser um jogo de sorte ou azar, pois depende do grau de exposição (se elevado ou reduzido), da associação entre compostos ingeridos (por vezes a absorção conjunta de 2 compostos pode ter um efeito bem mais intenso do que apenas a soma de efeitos), o nosso perfil genético (maior ou menor susceptibilidade) e por fim, do momento da nossa vida a que somos expostos, havendo fases de maior vulnerabilidade.

Aparentemente, os períodos mais críticos são a gestação e os primeiros anos de vida, e alguns destes efeitos manifestam-se apenas muitos anos depois. Os efeitos destes disruptores endócrinos têm ainda a capacidade de induzir alterações que podem ser transmitidos à geração seguinte, pois são capazes de induzir alterações na forma como alguns genes são expressos (chamadas alterações epigenéticas).

Bisfenol A (BPA):

Este é possivelmente o disruptor endócrino mais conhecido, e interfere principalmente com a comunicação do estrogénio. Presente em muitos compostos plásticos, facilmente entra no nosso organismo quando consumimos alimentos (em especial alimentos como algum teor de gordura) que tiveram em contato com plásticos que continham bisfenol A.

Ftalatos:

Os ftalatos são um conjunto de moléculas sintéticas utilizadas para tornar os plásticos mais flexíveis, e no organismo parecem alterar a função das hormonas tiroideas.
Podem ser encontrados em diferentes materiais, desde compostos usados em decoração e construção de casa, interiores de carros, vestuário, cosmética, aparelhos dentários, materiais de limpeza, inseticidas, alimentos processados, verniz de unhas, sprays para o cabelo ou desodorizantes. Com o calor estes compostos tendem a libertar-se com maior intensidade.

Lembra-se do cheiro do carro (especialmente os novos) quando entra, depois deste ter estado ao sol? Pois... é melhor não o respirar, pois muito provavelmente está repleto de flalatos libertados pela ação do calor – é por isso fundamental deixar arejar o carro antes de entrar.

A União Europeia já tem vindo a proibir alguns destes compostos, nomeadamente nos brinquedos destinados a serem colocados na boca das crianças com menos de 3 anos, e desde 2005 que estão proibidos na generalidade dos brinquedos e artigos de puericultura.

Poluentes orgânicos persistentes (POP´s), pesticidas, PCB`s, parabenos estão também na lista de compostos com efeito de disrupção endócrina. A União Europeia está a estudar este assunto, e a Organização Mundial de Saúde também está atenta numa tentativa de proteger os consumidores.

Mas o grande problema é que anualmente são produzidas diversas moléculas novas e, exceto no caso das usadas como medicamentos, raramente são efetuados estudos sobre o impacto destas moléculas na saúde humana, ou mesmo se este novo químico vai aumentar o efeito de outro já presente no ambiente.

O que podemos fazer?
- Evitar o mais possível o consumo de alimentos processados;
- Preferir alimentos, perfumes, cremes e detergentes de produção biológica;
- Evitar inalar cheiros de detergentes, ambientadores, ou outros produtos sintéticos com cheiro.
- Quando entrar num carro deixado ao sol (em especial nos carros novos) deixar arejar e só depois entrar.
- Não colocar comida quente em plásticos
- Evitar comprar comida com algum teor de gordura (em especial carne) em contacto com recipientes plásticos.

Cabe a nós como consumidores fazer as melhores escolhas, pois se os outros produtos deixarem de ser consumidos, deixam também de ser produzidos.


Disruptores endócrinos na alimentação

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07/05/2015 - Disruptores endócrinos (também conhecidos como desreguladores endócrinos), são substâncias que interferem na síntese, na ação e no metabolismo dos hormônios. Numerosos compostos químicos possuem comprovada atividade hormonal, dentre eles: produtos utilizados na agricultura (agrotóxicos, pesticidas, herbicidas, fungicidas e moluscicidas) e nas indústrias (hidrocarbonetos aromáticos policíclicos, dioxinas, bifenilas policloradas, ftalatos, bisfenol-A e metais tóxicos).

Estão também presentes na água potável, uma vez que somente 40 a 50 substâncias químicas são contempladas pelos padrões de potabilidade da água na maioria dos países.

Vale destacar que, aqui, estou citando apenas os disruptores sintéticos presentes em alimentos, mas existem inúmeros outros em produtos de uso doméstico (como nas fragrâncias, desinfetantes, detergentes, repelentes…).

No organismo (de humanos e de animais) as substâncias tóxicas acumulam-se no tecido adiposo. Há, portanto, transferência desses contaminantes por gerações, não somente devido à presença dos mesmos na alimentação das mães durante a gestação e amamentação, mas também devido à reserva química acumulada na gordura corporal delas ao longo dos anos.

A exposição aos disruptores endócrinos nos períodos intra-úterino e infância (fases críticas do desenvolvimento humano) pode causar prejuízos nas características sexuais (antecipação ou atraso da maturação sexual e ginecomastia – aumento de mamas em meninos). Outras vezes, as consequências podem se manifestar 20 a 40 anos mais tarde, provocando danos à fertilidade, por exemplo.

Praguicidas (como dimetoato, glifosato e lindano) e o agrotóxico metoxicloro inibem enzimas fundamentais da síntese de testosterona. Esta, ainda pode ter seus níveis reduzidos por ação de alguns herbicidas (propazina, simazina e atrazina) que aumentam a ação de uma enzima (a aromatase) que converte testosterona em estrógeno. E ela pode não conseguir exercer sua ação quando agrotóxicos DDTs e fungicida vinclozolin, ligam-se aos receptores de testosterona e não os ativam. O efeito dessa alteração na síntese e na ação da testosterona é aumento de hormônios estrogênicos. E hiperestrogenismo está relacionado a diversos problemas de saúde: obesidade, aumento do risco de câncer de mama e redução da fertilidade masculina (diminuição da contagem de espermatozóides, por exemplo).

A Sociedade Internacional de Endocrinologia publicou, em 2009, um documento sobre disruptores endócrinos, relatando que pelo menos cento e cinquenta compostos químicos podem interferir nos hormônios tireoidianos. Além disso, tumores de tireóide também têm sido relacionados a disruptores endócrinos. Exposição ao praguidica Alaclor, por exemplo, aumenta os níveis de TSH (hormônio estimulante da tireóide), levando a neoplasia dessa glândula.

Um outro disruptor endócrino bastante discutido é o bisfenol-A, juntamente com os ftalatos, uma vez que há grande exposição humana aos mesmos, pois estão presentes em plásticos (embalagens plásticas, mamadeira, revestimento plástico de latas, potes de cozinha, garrafinhas de água…). A migração dessas substâncias para o alimento ocorre principalmente sob calor. Altas concentrações de bisfenol-A estão associadas a doenças cardiovasculares e diabetes. Além disso, ambas substâncias possuem atividade estrogênica e, em especial o bisfenol-A, também interage com receptores de hormônios tireoidianos.

Assim, são crescentes as provas de que substâncias químicas podem ser hormonalmente ativas, causando sérios prejuizos à saúde. Porém, o sistema industrial atual dá por suposto que tais compostos são inocentes até que se demonstre o contrário. As políticas nacionais e internacionais deveriam se basear no principio de precaução, com a ideia de reduzir a ameaça dessas substâncias à saúde e, de imediato, deveria haver proibição de determinados agrotóxicos, fungicidas e herbicidas (metoxicloro, vinclozolina), bem como de contaminantes de embalagens plásticas ftalatos e bisfenol-A.

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Enquanto ainda estamos vulneráveis a toda essa carga tóxica, cabe adotarmos algumas medidas no dia-a-dia:

CONSUMIR ALIMENTOS ORGÂNICOS, sempre que possível. Especialmente acompanhando os relatórios anuais da Anvisa do Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (PARA), que lista os hortifrutis contaminados com substâncias tóxicas em níveis superiores ao limite permitido no Brasil e/ou com compostos químicos de uso proibido.

EVITAR ARMAZENAR ALIMENTOS EM EMBALAGENS PLÁSTICAS E JAMAIS AQUECÊ-LOS nesse tipo de embalagem, nem beber água de garrafas plásticas expostas ao sol.
NÃO CONSUMIR GORDURA de carnes em geral, pois é o local de estoque de disruptores endócrinos.

Cuide de sua alimentação sem neuras, mas com dedicação. Seu organismo lhe retribuirá com muita saúde e vitalidade! Aposte nisso!

Fonte: https://pt.wikipedia.org
http://pt.wikipedia.org
http://bvsms.saude.gov.br
http://en.wikipedia.org
http://www.nrdc.org
http://www.ecycle.com.br/
Longo, K.B.L. Disruptores endócrinos: contaminação alimentar e consequências para a saúde humana. Rev Brasileita de Nutrição Funcional; 13 (54): 18-22.
Kmatsu, C. Bisfenol e etiologia da obesidade. Blog VP-Nutrição Funcional (03/11/2010).
http://www.esmeraldazul.com/

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