Quando a gente pensa em armazenamento de alimentos a longo prazo, é inevitável não sentir uma certa urgência. Afinal, quem quer correr o risco de ficar sem recursos no meio de uma emergência? Mas a questão de “longo prazo” pode ser meio nebulosa, né? O que significa, de fato, um longo período de tempo? Depende de cada um, claro. Mas, independentemente da definição, todos queremos a mesma coisa: garantir que a comida que guardamos vai durar o máximo possível. Porque, convenhamos, ninguém quer gastar uma fortuna para depois ver tudo estragar. Dá até dor no coração. O legal de estocar alimentos para longo prazo é que, além de ser uma estratégia inteligente, também nos prepara para enfrentar qualquer cenário de desastre.
Se sua unha possui uma aparência diferente, é possível que você esteja com algum problema em seu organismo. Saber reconhecer os sinais que elas dão pode ser fundamental para uma consulta médica especializada, evitando problemas futuros. Conheça algumas dicas que podem te ajudar a reconhecer o indicativo das principais doenças. Muito além da beleza, manter as unhas limpas, saudáveis e bem cuidadas pode prevenir uma série de infecções de fungos que se alimentam da queratina e até mesmo a micose.
Era uma vez um mendigo que vivia sempre tentando conseguir comida. Mas, todo dia, a comida sumia. Um dia, ele pegou um rato no flagra, roubando o que ele tinha conseguido. Inconformado, perguntou ao rato: "Por que você me rouba? Eu sou só um mendigo! Vai roubar dos ricos, eles nem vão notar!" O rato, tranquilo, respondeu: "Roubo de ti porque é o teu destino." O mendigo, atônito, retrucou: "Destino? Como assim?" "Faz parte do teu destino só ter oito coisas. Não importa o quanto mendigues ou acumules, sempre acabará assim", disse o rato.
É curioso como a ciência tem desvendado verdades que, na prática, já estão escancaradas na vida real. Mas, olha só, o quebra-cabeça completo parece distante de se formar na “comunidade científica”, que nem sempre conecta os pontos. Estudo após estudo, mas a FDA (Food and Drug Administration) não mexe uma palha pra reduzir o açúcar das famigeradas bebidas “energéticas”. E o problema vai além de uma questão de gosto: é um jogo sujo que envolve saúde pública, indústria alimentícia e até os mais jovens. Um estudo recente da Yale School of Public Health botou as bebidas açucaradas sob os holofotes, tanto as com cafeína quanto as sem. E sabe o que descobriram? As crianças que mandam ver nesses drinks estão mais propensas a desenvolver distúrbios de atenção e hiperatividade.