Imagine uma noite de céu limpo, estrelado, sem uma única nuvem à vista. O silêncio da madrugada só é interrompido pelo som ocasional do vento cortando o ar. Agora, visualize algo impossível: uma "nuvem" movendo-se rápido demais, sem qualquer brisa forte para impulsioná-la. E, conforme seus olhos se ajustam à escuridão, essa forma translúcida começa a ganhar contornos mais definidos, revelando algo que desafia todas as explicações lógicas. Foi exatamente isso que dois amigos presenciaram naquela noite de 14 de maio de 2007, em Kelsterbach, Alemanha.