Imagine um som que não é exatamente um som. Algo entre um zumbido distante, um grito metálico ou, quem sabe, um chiado agudo que parece perfurar seu cérebro. Agora, adicione a isso uma pressão esmagadora no crânio, tonturas e uma sensação de exaustão que não te larga por meses. Estranho? Pois foi exatamente isso que começou a acontecer com diplomatas e agentes secretos americanos em Havana, Cuba, a partir de 2016.