Por Beatriz Montesanti 14/07/2016 - O robô americano Blacksmith parecia implacável: começou lançando chamas ameaçadoras contra seu adversário, o compacto Minotauro. Os primeiros golpes foram certeiros e fizeram o adversário se chocar violentamente contra a lateral do ringue, repleta de armadilhas. Aos 40 segundos de luta, porém, a reação teve início: trombadas do Minotauro fizeram Blacksmith dar piruetas no ar e perder seu recurso mais importante: uma espécie de batedor de carne que, preso à parte superior de sua estrutura, desferia golpes de cima para baixo. Aos três minutos, Blacksmith, veterano de combate, explodiu.
11/03/2016 - Uma equipe de cientistas da Coreia do Sul tenta clonar leões das cavernas extintos há 12 mil anos. A clonagem seria a partir de dois filhotes que estão perfeitamente preservados. O par foi descoberto na Sibéria, a mais de mil quilômetros da cidade de Yakutsk. O experimento é encabeçado pelo controverso especialista em clonagem Hwang Woo-Suk, o mesmo que está tentado trazer os mamutes novamente "à vida". Em relação aos filhotes de leão da caverna, os pequenos predadores já receberam até nomes, Uyan e Dina. Ambos foram qualificados como "descobertas sensacionais". Hwang visitou recentemente o centro de pesquisa em Yakutsk para coletar ...
2014 - Carregar o smartphone pode ser uma tarefa chata, ainda mais quando se precisa de bateria em pouco tempo. Pensando nisso, cientistas da Universidade Tecnológica de Nanyang, em Cingapura, desenvolveram uma bateria de lítio que consegue alcançar 70% de sua carga em apenas dois minutos. Além do rápido tempo de carregamento, a bateria possui uma vida útil invejável às outras baterias comuns: 10 mil ciclos, o que equivale a duas décadas. Segundo o Mashable, o período corresponde cerca de 10 vezes mais que as baterias de lítio comuns, usadas em celulares e tablets.
17/01/2017 - Para grandes e pequenas aplicações - Engenheiros alemães idealizaram uma nova arquitetura para as memórias RAM, utilizadas em virtualmente todos os equipamentos eletrônicos. A vantagem é que essa nova arquitetura faz com que as memórias de acesso aleatório consumam apenas uma fração da energia exigida pelas atuais. Isto é importante não apenas para os aparelhos portáteis, mas também para os grandes centros de dados, responsáveis pelo armazenamento de dados e aplicativos que rodam em nuvem, e que consomem tanta energia quanto cidades inteiras.