Imagine um mundo onde máquinas decidem quem recebe um empréstimo, quem entra em uma universidade ou até quem é preso. Parece coisa de ficção científica, mas já é realidade. E, diante desse cenário, o Papa Francisco (2020) levantou uma questão essencial: será que a inteligência artificial (IA) está servindo à humanidade ou aprofundando desigualdades?
Você já imaginou que um corpo, após décadas enterrado, pudesse permanecer quase intacto? Esse é o caso intrigante de Santa Bernadette Soubirous, cujo corpo, apesar de ter falecido em 1879, ainda hoje impressiona pela preservação. Vamos mergulhar nesse mistério que, além de fascinar a ciência, inspira milhões de pessoas no mundo todo. Um corpo intacto por mais de um século. Desde 1925, o corpo de Bernadette repousa em um relicário de vidro na capela do mosteiro de Saint-Gilard, em Nevers, na França. Estamos falando de um corpo que foi exumado três vezes e que, mesmo após tanto tempo, permanece surpreendentemente preservado. Médicos e religiosos que estiveram presentes nas exumações ficaram perplexos com o estado de conservação, descrevendo-o como se "petrificado". O que explicaria isso?
Imagine um mundo onde a propriedade privada não é um direito absoluto, mas sim um conceito subordinado ao bem comum. Agora, imagine que essa ideia vem de um dos líderes religiosos mais influentes do planeta. Pois é exatamente isso que o Papa Francisco propõe em sua encíclica Fratelli Tutti, provocando uma onda de debates e controvérsias.
Imagine estar no meio de uma pandemia, com o mundo inteiro buscando desesperadamente uma cura para um vírus devastador. Agora, pense em ligar a televisão e se deparar com um líder religioso anunciando que encontrou a solução: uma "água consagrada" capaz de curar a Covid-19. Parece roteiro de filme? Pois foi exatamente isso que aconteceu em 2020.