Francis Barret, nascido por volta de 1765 e falecido em 1825, conforme registros, é considerado o herdeiro de uma extensa tradição ocultista europeia. Dedicou-se ao estudo da química, metafísica, filosofia natural e oculta, desempenhando um papel crucial como a ligação entre a herança anterior da feitiçaria ocidental e o ressurgimento mágico do século XIX. Sua base de conhecimento derivava das tradições verbais provenientes do oriente e das obras e manuscritos de figuras como Abade Tritemo e Cornelio Agripa. Diferentemente de seus antecessores, Francis Barrett não aderia à simples crença de que o processo mágico consistia em apelar a forças externas que deveriam ser exaltadas ou intimidadas para alcançar objetivos diversos.