O que aconteceu quando comecei a seguir a dieta do Dr. Lair Ribiero por um mês (nada de glutem, laticínios ou açúcar)

dilari107/09/2017 - Depois de passar por vários momentos difíceis eu me atirei nos doces e engordei 7 kg em um mês! Sim meu amigo, engordar é literalmente “mamão com açúcar”, emagrecer que é difícil. Fora os quilinhos a mais eu me sentia pesada, sem energia e todos os problemas me deixavam para baixo. A pá de cal foi após minha mãe alertar que eu estava “cheinha” (quando as mães usam eufemismos para descrever o peso é porque a coisa tá feia) então, decidi tomar uma atitude. Como já conhecia o trabalho do Dr. Lair, fui tentar seguir suas recomendações!

Atenção: o doutor é polêmico e minha intenção aqui não é convencer ninguém, cada um siga o que lhe parecer correto. Estou apenas contando a minha experiencia. Então vi que o doutor Lair recomendava a ingestão de óleos de oliva, coco… maravilha! Nada como comer um waffle com aquele cafezinho entupido de óleo de coco, certo?

E assim engordei mas um 1kg kkkk…

Eu já havia ouvido o doutor desincentivar o consumo de carboidratos mas só me dei conta da “caca” que estava fazendo após, em um vídeo, ele ser categórico: Não faça a dieta da gordura consumindo carboidrato! Sim gente, não sou a próxima Albert Einstein da sociedade, estava me entupindo de óleo e carboidratos para ficar saudável. Então, após reorganizar a rota, assisti quase todo o conteúdo dele na internet, radicalizei e listei tudo que eu poderia comer e não comer para ver se o negócio funcionava mesmo. Aqui vai a lista com os principais alimentos:

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Sinal verde:

Óleo de coco e oliva
Ovos (principalmente a gema)
Frutas e legumes ( principalmente crus)
Sal de churrasco moído (tem mais minerais que o sal refinado e, de quebra, não é caro como o sal do himalaia)
Quinoa
Leguminosas: lentilha, feijão, ervilha…
Chocolate de verdade (nada de chocolate puro açúcar)
Arroz integral e batata doce
Água de coco
Se quiser pode consumir carnes e peixe (principalmente fígado)

Tchau:

Óleos vegetais hidrogenados
Açúcar
Sal refinado
Farinha, arroz branco e carboidratos vazios
Alimentos cheios de glúten (pão, bolo, cuca, sonho…hmmm)
Laticinios
Enlatados
Tem mais coisa aí. Se ficou curioso deixa uma mensagem que faço uma lista mais completa para você ??

Incluí no meu sedentarismo uma hora de caminhada moderada (a organização mundial da saúde diz que se você caminha abaixo de 10 mil passos por dia, você é sedentário) e me organizei para pegar, ao menos, 15 minutos de sol todo o dia. Como você deve imaginar não foi fácil, principalmente, cortar o glúten. Segundo o doutor somos viciados nessas delicias enfarinhadas e faz sentido. Nas minhas crises de abstinência eu via bolinhos e pães circundando minha cabeça. E, vamos combinar: esses canais de receitas que curtimos no facebook também não ajudam em nada kkkk. Mas esse desconforto acontecia somente antes de comer, pois, após forrar o estômago, a fome passava e a vontade ficava no passado.

Outra coisa que é difícil, no inicio: o Dr. não aconselha ficar enchendo a pança todo a hora, ele diz que é bom passar algum tempo sem comer. Um dos motivos é que nossos antepassados não comiam de 3 em 3 horas, muito pelo contrário: comiam sua caça e ficavam um tempo sem comer até descolar a próxima comida.

Então basicamente eu comia:

(importante – não estou recomendando dieta para ninguém, não sou nutricionista, só estou te contando minha “aventura dietética”)

CAFÉ DA MANHÃ

Quando não estava com fome tomava café com óleo de coco e só, mas, se a fome apertava, incluía ovos e bananas.

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ALMOÇO

Aí eu metia o pé na jaca: ovos recheados (se quiser a receita deixa nos comentários ?? ), salada de quinoa (tomate, cebola, alho, quinoa, azeite de oliva, sal, vinagre) outro legumes frescos, frutas frescas (abacate, maçã, laranja, mamão…as que estivessem a mão), batata doce ou arroz integral, feijão… pode até carne, se você quiser. E tudo que ia para panela só era cozido com óleo de coco. Também tomava chá verde após a comilança.

LANCHE

Geralmente não comia lanche da tarde, só tomava água de coco natural, mas se a fome apertasse comia mexerica e, as vezes, uma pipoquinha (frita no óleo de coco)

JANTAR

Guacamole, ovos recheados, ovos cozidos, sopa, ou omelete. Uma dessas opções + as frutas que estavam baratas na feira hahahaha. E, antes de dormir, fazia suplementação de cloreto de magnésio. Também comecei a beber 8 copos de água por dia. Ah, uma vez por semana (domingo) comia algo que não é pra comer, tipo um bolinho ou pizza, sem exagero.

Resultados:

A primeiras coisa que notei foi algo impressionante. Moro no sul e aqui faz bastante frio e, todo o inverno é a mesma coisa: meus dedos incham, coçam e doem. Já fui em tudo que é medico e nada resolveu. Comecei essa dieta em uma crise de mão do Shrek e, em uma semana meus dedos voltaram ao normal. Antes eu fugia do frio pois ele piorava a situação mas, agora, lavo louça na água congelante e fica tudo bem. Me sinto mais disposta, posso trabalhar horas seguidas que tenho energia. E não fico pesada e com sono após as refeições. Minha pele está mais bonita, firme, e meu cabelo hidratado.

E sim, perdi peso, ebaa!! 5 kg em um mês. Estou muito satisfeita: não passei fome, comi até me saciar em todas as refeições e emagreci. Que bruxaria é essa? Fora que, no inicio, pensei: nossa, vou gastar mais comendo assim. Esses óleos são caros…Mas a verdade é que até economizei. Na minha dieta anterior eu comia mais e vivia comprando itens que também não são nada baratos: doces, queijo, comida pronta… Até o coco verde custa menos que um suco de caixinha… Então, minha conclusão é: para mim funcionou e não paro mais. Nem tenho vontade de comer as coisas que eu comia antes, é impressionante como a gente reeduca o paladar.

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Quem é o Dr. Lair Ribeiro? Biografia

O polêmico Doutor é famoso por questionar diversas posições médicas atuais. Ele trabalhou em três universidades americanas (inclusive em Harvard) e foi vice presidente de uma das maiores industrias farmacêuticas do mundo, o grupo suíço Novartis. Formado em Medicina há mais de 45 anos, cardiologista, mestre em cardiologia pela PUC- RIO, nutrólogo pela ABRAN e Associação Médica Brasileira, o Dr. Lair Ribeiro morou durante 17 anos nos Estados Unidos, período em que trabalhou em três universidades americanas: Harvard Medical School, Baylor College of Medicine e Thomas Jefferson University. Nesse período, também exerceu os cargos de diretor médico da Merck Sharp & Dohme e diretor executivo, alcançando a vice-presidência da Ciba Corporation, hoje Novartis.

Autor de mais de 100 trabalhos científicos publicados em revistas médicas americanas indexadas, o Dr. Lair Ribeiro também publicou 38 livros, sendo 15 deles best sellers, 26 traduzidos para outros idiomas e hoje disponíveis em mais de 40 países. Por mais de 20 anos, proferiu palestras em diversas cidades brasileiras, vários países da América do Sul, América Central, América do Norte e Europa. Treinou mais de 4.000 médicos brasileiros na área de Adequação Nutricional e Otimização da Homeostase.

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Atualmente, o Dr. Lair Ribeiro é professor de pós-graduação do Uningá-Centro Universitário Ingá, instituição avaliada pelo MEC, em 2017, como o quarto melhor centro universitário do país, o segundo da região Sul e o melhor do Paraná. Intitulado Adequação Nutricional e Manutenção da Homeostase – Prevenção e Tratamento de Doenças relacionadas à Idade, o curso de pós-graduação lato sensu da Uningá-Centro Universitário Ingá, coordenado e ministrado pelo Dr. Lair Ribeiro, tem 18 meses de duração, 360 horas de sala de aula, 16 provas e uma monografia de conclusão.

 

Fonte: http://www.refletirpararefletir.com.br

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