Acroleína

alcard1A acroleína também chamada de propenal, possui a fórmula química C3H4O. É um composto de aldeído etilênico obtido pela desidratação da glicerina por bactérias. Tem características líquidas possuindo odor e sabor amargo. Pode ser produzido no motor quando este utiliza como combustível o óleo vegetal cru. Industrialmente ...

é produzido pela oxidação seletiva de propileno, usando catalisadores à base de bismuto-molibdato. A acroleína pode ainda ser oxidada para ácido acrílico utilizando catalisadores de óxido misto à base de molibdénio e vanádio. Estudos recentes têm mostrado que a adição de vapor na mistura de gás melhora significativamente o rendimento de ácido acrílico. Existem vários termos que nunca ouvimos falar, ou não fazem parte do nosso dia a dia. Acroleína está relacionado a gordura...Quando fritamos uma batata ou um pastel, por exemplo, consequentemente o óleo utilizado,seja ele de soja,girassol,canola, vão aquecendo e aumentando sua temperatura. Porém, cada óleo tem uma composição química diferente e assim, uma temperatura ideal diferente. Quando essa temperatura é atingida, nós damos o nome de "ponto de fumaça", onde começa a sair aquela fumaçinha, pois o óleo já está "queimando".

Leia também - Para que serve o coentro? Descubra todas as suas incríveis propriedades!

Assim que as gorduras atingem temperaturas muito altas desidratam, perdendo sua qualidade, mesmo aqueles óleos importantes para nossa saúde, como o ômega 3,6 e 9, liberando uma substância cancerígena: acroleína! Por isso, é muito importante diminuir a temperatura, prolongando o tempo da preparação, assim, garante o produto final, mantendo seus benefícios.


Acroleína das gorduras pode causar câncer


Batata frita, pastéis, rissoles, coxinhas, anéis de cebola... Quem nunca se rendeu a esses prazeres culposos? Que fritura faz mal, todos sabem, mas será que ela pode causar câncer? No óleo, existe uma substância chamada acroleína, considerada altamente cancerígena. Os óleos se foram pelos triglicerídeos e, quando aquecidos, se desmembram em ácidos graxos e glicerol. Essa última substância desidrata e forma a acroleína, que destrói as fibras elásticas do organismo e irrita as mucosas gastrointestinais e nasais. Saiba por que você deve reduzir as frituras do seu cardápio e fugir desse composto.

Por que a acroleína faz mal?

Quando você ingere o óleo das frituras, consome também a acroleína. Com essa substância, as artérias se degeneram e provocam o envelhecimento precoce da pele. Além disso, o sistema circulatório fica mais lento, uma vez que as fibras elásticas das veias ficam debilitadas e comprometem o bombeamento de sangue. A acroleína é constituída por um aldeído insaturado, que se forma quando gorduras animais ou vegetais, carboidratos e aminoácidos são aquecidos em altas temperaturas. Nesse processo de superaquecimento, eles mudam a composição celular e se transformam na substância tóxica.

Recomenda-se ingerir apenas 7,5mg do composto por quilo do peso corporal ao dia. Passado disso, os riscos à saúde podem ser altos. E o problema é que, muitas vezes, consome-se a substância sem perceber, pois ela está presente em diversos alimentos preparados com uso de óleo. É necessário sempre tomar cuidado com as frituras e refeições preparadas com óleo em alta temperatura. Os ingredientes utilizados na cozinha devem seguir um padrão de troca constante, sempre priorizando a qualidade. O óleo reutilizado é fonte de inúmeros compostos tóxicos, que se tornam ainda mais prejudiciais quando aquecidos.

Como evitar o consumo de acroleína?

O risco maior em ingerir acroleína é o potencial cancerígeno da substância, principalmente na região gastrointestinal. Para evitar o consumo, deve-se sempre tomar cuidado com o preparo das refeições fritas e administrar o uso de óleo vegetal e animal. Quando expostas às temperaturas muito altas, além de liberarem toxinas, as gorduras desidratam e perdem sua qualidade. Os azeites e óleos de peixe, por exemplo, são muito benéficos à saúde. Porém, após serem aquecidos e fritos, perdem o ômega 3, 6 e 9 que possuem naturalmente.

Leia também - 17 Sinais de que seu corpo esta muito ácido e 9 formas de alcalinizá-lo rapidamente

Cuidar o armazenamento do óleo e fazer trocas constantes do produto que é utilizado nas frituras é uma das formas de evitar a ingestão de toxinas. Por isso, filtre o azeite da fritadeira sempre após o uso. Frite apenas até os 180ºC e coloque todos os alimentos no recipiente de uma só vez. Evite misturar óleos velhos com novos em uma mesma fritadeira. Armazene-os em frascos com tampas para aumentar o tempo de validade. Quando formar espuma ou levantar fumaça durante a fritura, está na hora de descartar. Da mesma forma, se for percebido escurecimento do azeite ou sabor incomum, jogue fora em locais próprios. Prefira sempre os alimentos preparados na grelha ou cozidos. Por maiores que sejam os cuidados com o óleo, as toxinas sempre são liberadas de alguma forma. Se for inevitável, consuma com moderação.


Acroleína: riscos à saúde

alcard2


No aquecimento do óleo durante o processo de fritura, uma complexa série de reações produz numerosos compostos de degradação. Quando o alimento é submerso no óleo quente em presença de ar, o óleo é exposto a três agentes que causam mudanças em sua estrutura: a água, o oxigênio e a temperatura, formando diversos produtos de degradação que são maléficos á saúde, como por exemplo, a acroleína.

De acordo com estudos recentes, a acroleína é um aldeído ß-insaturado formado por tratamento térmico de gorduras animais e vegetais, hidratos de carbono e aminoácidos. Além disso, é gerado endogenamente. Como um electrófilo, acroleína forma aductos com glutationa e outros componentes celulares e é, portanto, citotóxica. Seu consumo apresenta uma dose tolerável acroleína oral de 7,5 mg de peso corporal / kg / dia, valor que pode ser uktrapassado com o consumo de alimentos e certos modos de preparo, causando prováveis riscos à saúde.

Leia também - Brasileiros vencem prêmio internacional de construção sustentável

Deste modo o consumo de alimentos que são preparados com óleos em alta temperatura devem seguir cuidados, além da quantidade, em relação à qualidade dos ingredientes e a troca constante do óleo utilizado para minimizar o risco de formação de compostos tóxicos como a acroleína, quando se atingem altas temperaturas, como no caso das frituras.

Fonte: https://pt.wikipedia.org
           http://momentonutricao.blogspot.com.br
           http://vivomaissaudavel.com.br
           http://nutricaoempauta.com.br

Compartilhe

Submit to FacebookSubmit to Google PlusSubmit to TwitterSubmit to LinkedIn

Translate

Portuguese English French German Italian Russian Spanish

Curta nossa página

Mundo

Publicidade