Curiosidades

Decoração inspirada em STar trek

castrek topo2012, por Tatiele Ramos - Bem se eu tivesse como bancar a brincadeira acho que faria sim, kkk . Apaixonado pela série Star Trek, Alleyne decidiu reformar seu apartamento para transformá-lo na Voyager, uma das naves apresentadas no clássico da ficção científica. Gastando cerca de US$ 150.000 — mais de R$ 260.000 no câmbio atual —, ele adicionou dezenas de equipamentos que reproduziam ambientes do veículo espacial, com direito a luzes especiais, controle por voz e mobília feita especialmente para a situação.

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As fezes humanas que atingem casas

fezca1Quem imaginaria que fezes humanas congeladas fossem atingir uma residência? Ao que tudo indica que a tal fezes humanas congeladas foram lançadas de um avião, no Canadá, Stephanie Moore uma professora de 36 anos, estava dormindo tranquilamente quando ouviu um barulho extremamente alto de madeira do seu telhado quebrando. Esse não foi o primeiro e nem será o último caso a ocorrer, pois uma mulher indiana acabou ferida com o mesmo ‘fenômeno’ que certamente é provenientes de um avião e neste caso o estrago foi grande também, pois o telhado de sua casa ficou com um buraco com cerca de um metro.

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"Adonis", a árvore mais velha da Europa

adoar123/08/2016 - Cientistas das Universidades de Estocolmo, do Arizona e de Mainz acreditam ter descoberto a árvore mais velha da Europa. Cientistas das Universidades de Estocolmo, do Arizona e de Mainz acreditam ter descoberto a árvore mais velha da Europa, um Pinheiro-da-Bósnia (Pinus heldreichii) com 1075 anos, que se encontra no norte da Grécia, na cordilheira dos Montes Pindo.

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Mulher que bateu em cão até a morte é condenada por danos morais coletivos

animac111/01/2017 - Uma mulher de Goiás foi condenada a pagar R$ 5 mil de indenização por danos morais coletivos por ter maltratado sua cadela até a morte. Além de ter agredido o animal na frente de sua filha, na época com 1 ano de idade, e outras pessoas, um vídeo que registrou sua ação foi divulgado em redes sociais, causando comoção social em âmbito nacional. Em primeira instância, a mulher foi condenada a pagar R$ 20 mil de indenização. Ela interpôs, então, apelação cível alegando que não existem provas que sustentem sua condenação por danos morais coletivos, defendendo que as gravações veiculadas na internet não servem de prova nesse sentido.

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