Cientistas indianos ganham autorização para tentar ressurreição de humanos

resumor topo2016 - Se você é fã de livros, filmes ou seriados de fantasia ou de terror, por exemplo, já está acostumado com a ideia de uma pessoa morta retornar ao mundo dos vivos, geralmente trazendo resultados terríveis e muita confusão. Mas, na vida real, a história é diferente e não há nenhuma comprovação ou registro científico de alguém que tenha morrido e voltado a viver, embora existam relatos e mitos a respeito de pessoas mortas que voltaram a vida.

Só que agora esse tema controverso tem sido muito cogitado. Na Índia, os médicos do Hospital Anupam, que fica na cidade de Rudrapur, e cientistas das organizações Bioquark e Revita Life Sciences querem ser os pioneiros em trazer mortos de volta à vida. Segundo a reportagem da Galileu, eles já estão autorizados pelo Institutional Review Board, órgão internacional que regula e aprova testes em humanos, os testes para tentar ressuscitar humanos começarão em breve, ainda no primeiro semestre de 2017.

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A ideia dos cientistas é reverter a morte cerebral já confirmada por exames clínicos e eletroencefalograma de 20 pacientes. “Estamos muito animados com a aprovação do nosso protocolo. Com a convergência de disciplinas de biologia regenerativa, neurociência e ressuscitação clínica, estamos prontos para mergulhar numa área do conhecimento científico que era inacessível com as tecnologias atuais”, disse Ira Pastor, diretor-executivo da organização Bioquark.

A morte cerebral é considerada o ponto final da vida. Ainda que o corpo de uma pessoa que tenha sofrido morte cerebral possa executar diversas funções vitais, como circulação sanguínea, digestão de alimentos e, até mesmo, gestação de um feto, o dano cerebral é irreversível e representa a perda da consciência do ser humano. Depois de constatada a morte cerebral, a pessoa passa a viver no estado vegetativo.

Caso seja bem-sucedido, o experimento indiano abriria uma porta para a reversão da morte cerebral e, consequentemente, o retorno da consciência e da vida. “Vamos alcançar compreensões únicas sobre o estado da morte cerebral humana. Isso nos ajudará a desenvolver terapias para desordens de consciência severas, como o coma, o estado vegetativo e outras tantas doenças degenerativas, como Parkinson e Alzheimer”, explicou Sergei Paylian, fundador da Bioquark. Os primeiros resultados devem ser divulgados a partir de abril de 2017.

 

Técnica que "ressuscita" mortos pode começar a ser feita em humanos

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07/11/ 2014 - Médicos da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, desenvolveram uma técnica chamada de “animação suspensa” que poderia salvar vida de pessoas que sofrem traumas graves no corpo, como ferimentos de balas ou cortes profundos. A informação é do Daily Mail desta sexta-feira (7). Na técnica, todo o sangue do paciente é retirado e substituido por um soro gelado, que resfria o corpo a cerca de 10°C e para a atividade celular. Depois de resolver o o problema do paciente, o sangue volta a ser bombeado, reaquecendo lentamente o sistema. Quando a temperatura do sangue chega a 30ºC, o coração volta a bater.

Segundo Peter Rhee, um dos líderes do procedimento revolucionário, explica que quando o corpo está em sua temperatura normal, as células precisam de um forte suprimento de oxigênio, o que significa que se o coração parar de bater, a pessoa vai morrer rapidamente.

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? No entanto, se a temperatura do corpo foi reduzida, é necessário menos de oxigênio e isso pode dar mais tempo aos médicos para agirem.

Segundo informações da BBC Brasil, o procedimento já foi testado com animais. Os animais submetidos a esse teste tiveram poucos efeitos colaterais ao despertar. De acordo com outro cientista envolvido na pesquisa Samuel Tisherman, eles ficam um pouco grogue por um tempo, mas no dia seguinte já estão bem".

Ainda de acordo com a BBC Brasil, Tisherman causou um frisson quando anunciou que está pronto para fazer testes com humanos. As primeiras cobaias seriam vítimas de armas de fogo em Pittsburgh, na Pensilvânia. Nesse casos, são pacientes cujos corações já pararam de bater e que não teriam mais chances de sobreviver, pelas técnicas convencionais.

Fontes: Galileu
Yahoo
R7

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