Homem desenvolve botas biônicas e almeja correr a 70 km/h

bobio12015 - Desde sua adolescência, Keahi Seymour admirava as incríveis velocidades alcançadas pelas avestruzes e outras criaturas terrestres. Já que as avestruzes são capazes de alcançar velocidades de até 70 km/h, Seymour estava determinado a descobrir o segredo desta agilidade. Sua solução foi as super botas com molas que aumentam a força e a velocidade de quem as usa. Após muitos anos e dezenas de protótipos mais tarde, Seymore apresentou em setembro de 2014 sua mais recente versão da ‘bota biônica”. Este protótipo aumentou sua corrida para a velocidade de 4o km/h, mas Seymour não irá descansar até que consiga levar o corpo humano para o próximo nível e superar alguns dos animais mais rápidos que correm sobre a Terra.

Seymour, que montou a empresa Bionic Boot, diz que as molas na parte traseira das botas imitam os tendões de aquiles de uma avestruz ou de um cangurú. A empresa espera finalmente adicionar pistões ao alumínio e à fibra de carbono para ajudar os humanos atingirem velocidades de até 70 km/h. De acordo com o inventor, com o auxílio destas botas biônicas, os seres humanos podem gerar uma velocidade de cerca de 40km/h com baixíssimo esforço, chegando a impressionantes 72km por hora numa corrida esforçada.

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Para efeito de comparação, apenas dois homens na Terra já aceleraram até o limite de 43,9 km/h. O primeiro foi o americano Maurice Greene, sustentando a velocidade máxima por 10 metros, em 1999, numa prova de 100 metros rasos disputada em Roma. Na Olimpíada de Pequim, em 2008, o jamaicano Usain Bolt igualou a velocidade, mas foi além. O cara pulverizou o recorde mundial sustentando os 43,9 km/h por 30 metros.

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As botas biônicas ainda são fabricadas manualmente, usando materiais compósitos hoje usados na industria aeroespacial, pois combinam leveza, resistência e durabilidade. Faixas de speargun e fibra de carbono são ajustáveis para dar ao corredor a taxa de recuperação de impulso desejada.

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As pontas dos pés das bota biônicas são cobertos com pedaços de pneu de borracha usados para mountain bike, e eles atuam misturando uma certa absorção de impacto com o aumento da aderência friccional. Seymour não vai arar nas botas. Ele ja planeja um traje de proteção integral que estenda as capacidades humanas, para ser usado em conjunto com as botas.


Fonte: www.sunnyskyz.com
           http://www.bitrebels.com

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