A Banda "LERDA" do Brasil...Até quando? Parte 1

banda_larga_brasilBanda larga no Brasil é uma das piores do mundo em ranking 02/02/2010 - A velocidade média da banda larga no Brasil --1,08 Mbps--, está abaixo da média mundial (1,7 Mbps) e da de países da América Latina como Chile (2,22 Mbps) e Colômbia (1,45 Mbps). Os dados constam do relatório "The State of the Internet" (O estado da internet), elaborado pela Akamai, empresa especializada em internet.  Com essa velocidade, o país fica em 35º em uma lista de 45 países, liderada pela Coreia do Sul, onde a banda larga atinge, em média, 14,6 Mbps. Quatro das cidades latino-americanas mais rápidas ficam no Brasil: Curitiba (1,93 Mbps), Florianópolis (1,72 Mbps), Campinas (1,63 Mbps) e Belo Horizonte (1,62 Mbps). A cidade de São Paulo não consta do relatório publicado. 

 

 

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Banda larga no Brasil é 35ª em ranking com 45 países


A cidade mais rápida no ranking é Sandy (Utah, EUA), com média de 33,46 Mbps.

No Brasil, 20% das conexões são inferiores a 256 Kbps, velocidade mínima estabelecida pela UIT (União Internacional de Telecomunicações, órgão ligado à ONU) para que um serviço seja considerado banda larga.

Nesse índice, apenas Síria (69%), Sudão (35%) e Índia (26%) têm um desempenho pior do que o brasileiro. Entre os países latino-americanos que constam da pesquisa, a Venezuela é o que mais se aproxima do Brasil nesse quesito, com 11% das conexões com velocidade inferior a 256 Kbps.

Com uma conexão de 1 Mbps, leva-se aproximadamente 39 segundos para baixar uma música em MP3 de 5 Mbytes. Com 256 Kbps, o mesmo arquivo demora 2min36s para chegar

 

 

Brasil esta muito atrasado em relação a Banda Larga


18/02/2010 - Enquanto se discute a criação de um Plano Nacional de Banda Larga, o Brasil ainda vai levar mais de três décadas para atingir os níveis atuais da Suécia, onde 37,1% da população têm internet fixa em alta velocidade. E mantido o atual ritmo de crescimento, todos os 192 milhões de brasileiros só terão acesso à rede em... 104 anos – ou seja, em 2114. Na 60ª posição, o maior país da América Latina tem apenas 5,8% das pessoas com acesso à banda larga, tecnologia essencial para o crescimento econômico e uma maior inserção do país no cenário internacional, dizem analistas do setor.

A abrangência da banda larga nos países faz parte de levantamento feito pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), com base em dados do Banco Mundial.

De 2004 a 2008, a banda larga fixa avançou em média 35% ao ano no Brasil, número menor que em outras nações da América do Sul e em países desenvolvidos.

Especialistas, no entanto, lembram que Brasil e Suécia são bem diferentes, a começar pela dimensão territorial e pela alfabetização de 100% da população sueca, assim como em outras nações ricas. Para ampliar o acesso à banda larga no Brasil, analistas lembram que é preciso mais competição, já que, por exemplo, as empresas de TV por assinatura via satélite não podem oferecer internet, como acontece em outros países.

Além disso, a carga tributária também emperra o avanço, pois os tributos representam 43% do preço do serviço.

Novas tecnologias podem facilitar acesso à banda larga

Segundo Guilherme Mercês, chefe da Divisão de Estudos Econômicos da Firjan, o objetivo do trabalho é mostrar que é preciso empenho para se criar um plano para o desenvolvimento da internet em alta velocidade no Brasil.

– A média de crescimento no país entre 2004 e 2008 foi de 0,9 ponto percentual. O número é menor que em países como Uruguai, que avançou dois pontos percentuais no período, Argentina (1,7 ponto) e Chile (1,4 ponto). Nos Estados Unidos, a alta média nos últimos anos foi de 3,3 pontos – diz Mercês.

Segundo João de Deus, diretor de Planejamento Executivo da Oi, o Brasil ainda é novato em internet por uma questão histórica.

O executivo lembra que, enquanto as empresas privadas no país começaram a investir em telefonia fixa em 1998, com a privatização do Sistema Telebrás, os países desenvolvidos já aplicavam em banda larga.

– Antes de 2004, as empresas ainda estavam pagando o investimento móvel. Então, o Brasil está atrás porque começou depois. Mas agora a diferença tende a ser reduzida. Apesar dos desafios de renda, o Brasil é um dos países que mais navega na internet – diz João de Deus.

Segundo dados do Banco Mundial, diz o executivo da Oi, a cada dez pontos percentuais de avanço da banda larga no Brasil – o que deve levar cinco anos – o Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de todas as riquezas produzidas no país) ganha impulso de R$ 300 bilhões.

Na avaliação de Virgilio Freire, consultor e ex-presidente da Vésper e da Lucent, a falta de ação da Anatel impede o avanço da rede. Para ele, governo e empresas "devem alinhar interesses": – Se a agência exercesse seu poder, o cenário seria outro. E as companhias têm de investir mais, principalmente em capacidade nos grandes centros.

Sobre o Plano Nacional de Banda Larga, o consultor diz que o projeto só terá sucesso se a expansão do serviço tiver como meta um prazo de até quatro anos. Para isso, o melhor caminho seria usar o sistema de fios das estatais:

– O ideal é que a Telebrás alugue sua rede para as operadoras.

Com isso, as empresas poderão oferecer mais capacidade aos clientes. E nas cidades onde não há viabilidade econômica o governo entraria oferecendo o serviço.

Atrás da Rússia e China

Segundo a consultoria Teleco, a banda larga chegou a 5,8% da população no Brasil no fim de 2009, uma alta de meio ponto em relação ao ano anterior. Eduardo Tude, presidente da Teleco, lembra que apesar de a internet estar presente em 88% dos municípios brasileiros, é preciso investir em capilaridade das redes.

Ele exemplifica: nos grandes centros, não há infraestrutura para atender a todos; e no interior não há rede.

– O mundo está fazendo seu plano para incentivar a banda larga. É preciso que seja feito um estímulo para as empresas investirem – pontua Tude.

A jovem Luana Dantas, de 19 anos, e que trabalha na central de atendimento em um shopping na Barra da Tijuca, reclama dos altos preços para se ter internet banda larga.

– Além disso, onde moro, na Zona Oeste do Rio, a velocidade não é muito alta. Deveriam existir mais empresas oferecendo o serviço – diz Luana.

As políticas públicas são essenciais para o avanço da banda larga no país, segundo analistas. Enquanto o governo tem dificuldade para implantar telecentros comunitários, o Programa Banda Larga nas Escolas chegará ao fim deste ano a 64.800 instituições de ensino. No fim do ano passado, eram 42.900 escolas.

Segundo César Rômulo, superintendente da Telebrasil, associação que reúne empresas de telecomunicações, é preciso baixar a carga tributária.

– Hoje, há cerca de 99 mil lan houses no Brasil. É preciso, antes da banda larga, ter computador nas casas das pessoas.

E incentivo é fundamental. Mas vale destacar que países diferentes não podem ser comparados.

A Suécia, por exemplo, não tem os problemas de renda e escolaridade que tem no Brasil – diz Rômulo.

Estudo mostra Brasil atrás de China e Rússia Lucas Pestalozzi, diretor da consultoria TNS, diz que o crescimento vai depender também da implantação de novas tecnologias, que podem reduzir custos, como a internet por meio da energia elétrica. Rogerio Takayanagi, diretor de marketing da TIM, pondera que o crescimento da banda larga virá de várias formas, como a rede sem fio, as ondas de rádio e até a terceira geração da telefonia móvel. A TIM pretende usar a rede da Intelig para oferecer soluções de banda larga fixa.

– Estamos nos preparando para melhorar a oferta. A ampliação da banda larga no Brasil passa pelo celular. O país é muito complexo. É preciso esforço – ressalta Takayanagi.

O levantamento da Firjan constatou ainda que Brasil está atrás de países emergentes, como Rússia e China. Segundo Mercês, a Rússia alcançaria o mesmo nível da Suécia em 2028 e a China em 2036, enquanto o acesso a toda população seria atingido em 2070 e 2094, respectivamente.

 

Banda larga, lenta e cara 22/02/2010, Alexandre Costa Nascimento

 

Provedores vendem acesso à internet alardeando as velocidades máximas previstas, mas não entregam o acesso prometido. A situação do consumidor que assina hoje um plano de internet banda larga no Brasil é  análoga à de alguém que compra um carro esportivo, ultramoderno, motor 2.0 turbo, 16 válvulas, mas que revela-se incapaz de ultrapassar os  50 quilômetros por hora. Isso porque, apesar das propagandas que anunciam conexões com “ultra”, “hiper” e “megavelocidades”, as empresas se  reservam o direito de inserir nos contratos cláusulas que as isentam de garantir um índice médio da velocidade contratada.

Um levantamento realizado Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), constatou que, na maioria dos casos, a capacidade de transmissão de dados não passa de 40% da velocidade do plano.

Na prática, o desempenho de uma conexão em banda larga varia conforme o plano contratado, a rede da operadora, a distância entre o usuário e o servidor e a configuração dos equipamentos. É com base nessas questões técnicas que as operadoras incluem nos contratos as cláusulas de desobrigação de performance. Ainda assim, os produtos são oferecidos aos clientes com base no desempenho máximo teórico, e as mensalidade são cobradas como se essa velocidade fosse, de fato, consumida o tempo todo pelo usuário, contrariando o Código de Defesa do Consumidor (CDC), que garante a nulidade de cláusulas contratuais que impossibilitem, exonerem ou atenuem a responsabilidade do fornecedor pela qualidade do serviço.

“Existe um contrato, que é a base de qualquer negócio e, por isso mesmo deveria ser cumprido. Mas esse contrato tem cláusulas leoninas que, juridicamente, não deveriam ter valor legal algum. O problema é que quem decide isso é a própria Justiça, que como sabemos, também é muito lenta no Brasil. E enquanto não há uma decisão, os clientes continuam sendo lesados”, diz o presidente da Associação Brasileira dos Usuários de Acesso Rápido (Abusar), Horácio Belfor.

Segundo ele, a Agência Na­­cional de Telecomunicações (Ana­­tel) deveria ser o órgão en­­carregado de fiscalizar o setor e zelar pelos interesses dos consumidores. “Comparando com a prestação de outro serviço essencial, é como se a concessionária de energia elétrica entregasse apenas meia-fase nas residências. Acontece que, neste caso, se algum equipamento elétrico queimar na casa do usuário, a empresa é obrigada por lei a ressarci-lo, e a Aneel está lá para fiscalizar. No caso da banda larga, quem é que paga pela perda de produtividade de um cliente, que pode deixar de fechar um negócio?”, questiona.

A Anatel, por sua vez, argumenta que não pode fiscalizar o cumprimento das velocidades de conexão já que não existe nenhuma regulamentação específica neste sentido na Lei Geral das Telecomunicações. “Também do ponto de vista jurídico, a agência não pode interferir sobre este tipo de questão, uma vez que a prestação do serviço de banda larga é firmado em contrato privado entre usuário e empresa”, alega a Anatel através de sua assessoria de imprensa.

Desta forma, a Anatel então só poderia abrir um procedimento administrativo caso haja flagrante descumprimento das cláusulas previstas em contrato. Como nenhuma empresa se compromete com um patamar mínimo de eficiência, os órgãos de defesa do consumidor acabam figurando como único foro para contestação de clientes insatisfeitos.

No início de janeiro, o Idec ajuizou uma ação civil pública contra as principais operadoras de banda larga e a Anatel, pedindo que o consumidor seja cobrado na proporcionalidade da velocidade fornecida de fato. A entidade pede ainda para que seja garantida a possibilidade de rescisão contratual sem multa em caso de descumprimento da oferta ou má prestação do serviço.

Em decisão proferida no último dia 10, o juiz da 6.ª Vara Fe­­deral de São Paulo, João Batista Gonçalves, decidiu que a Anatel não poderia ser responsabilizada neste processo, argumentando que os contratos celebrados entre as empresas e os consumidores constituem “relação jurídica privada”.

O Idec, no entanto, discorda desse entendimento. “Como é a Anatel quem homologa os contratos, ela deve determinar a substituição de cláusulas abusivas, como as que eximem as empresas de garantir a velocidade de acesso à internet conforme a oferta”, defende a entidade.

 

Banda larga é caríssima no Brasil, diz ONU - Felipe Zmoginkskui


02/03/2009 - Um estudo das Nações Unidas feito em 154 países classificou o  Brasil entre as nações com o serviço de banda larga mais caro do mundo. A análise também rebaixou o Brasil num ranking geral que leva em conta o custo da telefonia fixa e móvel.

Promovido pela União Internacional para as Telecomunicações (UIT), um órgão da ONU, o estudo avaliou a qualidade da infraestrutura telecom em 154 nações, o grau de inclusão digital em cada país e o custo que estas tecnologias têm para o usuário final.

Para calcular o custo em cada país, a UIT desenvolveu um índice que relaciona o custo de um serviço telecom à renda per capta em cada nação. Nos Estados Unidos, por exemplo, para ter um serviço de banda larga eficaz o usuário compromete 0,4% da renda média daquele país. Já no Brasil, é preciso comprometer 9,6% da renda por habitante

O custo da banda larga coloca o Brasil na 77ª posição num ranking de acesso a serviços de internet. Com o índice 9,6, o Brasil fica atrás de outros países emergentes, como Argentina (7,6), México (5,3) e Rússia (2,2). Até na China (9,6) a situação é melhor que no Brasil. O país asiático é muito prejudicado no ranking, pois o custo da banda larga precisa ser comparado com a renda per capta daquele país, que é baixa, afinal a China tem mais de 1,2 bilhão de habitantes.

Os países do mundo onde a banda larga é mais barata são Estados Unidos, Canadá, Suíça, Dinamarca, Luxemburgo e Taiwan. Nestas localidades, o índice é igual ou menor que 0,7.  A pior situação é a de Burkina Fasso. Lá, uma pessoa precisa gastar 5193 vezes a renda média de um cidadão para contratar um link de internet.

Telefonia móvel e fixa

Quando o critério é apenas o custo de telefonia móvel, então o Brasil piora. Numa lista de 154 nações, o Brasil aparece em 114º lugar, atrás de outras nações emergentes como a vizinha Argentina ou os membros do “BRIC, Rússia, Índia e China. Em telefonia fixa, a situação do Brasil é apenas uma posição melhor, com a classificação de 113º. A Argentina, por exemplo, aparece em 30º lugar.

Num ranking geral que leva em conta telefonia fixa, móvel e banda larga o Brasil aparece na 60ª posição, seis classificações abaixo da obtida há um ano, no estudo da UIT divulgado em 2008. Isto ocorre porque outras nações melhoraram o acesso à web de forma mais rápida que o Brasil no ultimo ano.

A favor do Brasil, o estudo registra um esforço de inclusão digital. Desde 2002, o país melhora o índice de penetração da internet nos lares seguidamente. Há seis anos, a web estava presente nos lares de 14,2% dos brasileiros. Atualmente este índice subiu para 20,8%.

A penetração da internet no Brasil é superior a de nações membros do BRIC, mas ainda muito distante do número registrado em países ricos, como Estados Unidos, Japão, Reino Unido ou Alemanha. Nestes locais, a web está em mais de 70% dos lares, afirma a UIT.

 


Fora das grandes capitais, brasileiros ainda sofrem com banda larga


29/03/2009 - Internautas fora do eixo Sul-Sudeste falam de suas  experiências com a net de velocidade não tão alta e preços mais caros. Navegar em alta velocidade, baixar músicas, assistir a vídeos no  YouTube e trocar arquivos com os amigos. Todas essas atividades são possíveis graças às conexões de banda larga, cada vez mais populares no  País. Principalmente para quem mora nos Estados do Sul e Sudeste - onde uma conexão de 10 Mbps é vendida por 59,90 reais ao mês e existem até conexões de fibra óptica que proporcionam velocidades de 30 Mbps.

Mas como é a vida de quem mora fora dessa “bolha”? A reportagem do IDG Now! ouviu vários assinantes de bandas 'dita' largas em Estados como Maranhão, Piauí e Paraíba. Pelos relatos, percebe-se que,basta sair da proximidade dos grandes centros para as velocidades despencarem e os preços subirem.

O leitor Lucas Muniz Alves, de São Luiz (MA), conta que “a banda larga é muito lerda e cara”. “Uma conexão da TV a cabo (da empresa TVN) de 300 Kbps custa 80 reais e ainda tem que assinar o serviço de TV, pois a venda é casada. Estou vendo aqui que esta mesma empresa já esta fornecendo um serviço de 6 Mbps no valor ‘irrisório’ de 344,90 reais”, afirmou. “Sem contar que muitas cidades do interior do Estado ainda nem contam com o serviço de telefonia móvel, que dirá de internet.”

Em João Pessoa (PB), o leitor Pedro Alves Jr. afirma que os principais serviços são o Velox (da Oi), a Jet e a NET, que entrou no mercado após comprar uma operadora local de TV a cabo. Ele conta que sua conexão de 256 Kbps, da NET, custa 125,22 reais por mês.

No Amazonas, outro Estado com infraestrutura precária de internet, os preços são um pouco melhores, mas também não são dos mais convidativos. O leitor Thalisson Torres conta que paga, com desconto, 85 reais por mês em uma conexão de 200 Kbps. Em São Paulo, por valor semelhante, Thalisson conseguiria uma conexão de 4 Mbps, caso fosse assinante do Speedy. Ele reclama ainda da qualidade do serviço. “Minha banda ‘larga’ não é de boa qualidade e vive fora do ar”, afirmou.

Jorge Brandão, do Piauí, conta que assina o provedor Velox, da Oi, e paga 150 reais por uma velocidade de 1 Mbps. “Mas é muito ruim, (a velocidade) talvez chegue a 300 Kbps”, disse. Ele conta que em sua empresa consegue um link de 2 Mbps por 200 reais, mais quatro linhas telefônicas, porém o serviço “só pode ser instalado em empresas”.

E se engana quem pensa que as dificuldades de acesso estão limitadas a Estados do Norte e Nordeste. A apenas 200 km de distância de São Paulo, em Santa Rita do Sapucaí, o Velox não chega a todos os bairros da cidade, como conta Eduardo Lopes. Ele conta que esse problema atinge várias outras cidades da região que tem menos de 100 mil habitantes. Problema parecido tem Alexandre Custódio, que mora em Avaré e não consegue ter uma conexão mais rápida do que 1,2 Mbps, pois o provedor (Speedy) não tem “disponibilidade técnica”.

Políticas públicas
Na avaliação de Cássio Tietê, diretor de expansão de negócios da Intel Brasil, esses problemas acontecem porque a penetração da banda larga no País mal passa os 5%. Segundo dados do último Barômetro Cisco, estudo que mede o uso das conexões de alta velocidade no Brasil, apenas 5,16% da população conta com esse serviço. O Nordeste tem o índice mais baixo, com apenas 1,1% de penetração.

Para Tietê, “falta um grande plano de banda larga nacional”. “Não existe política pública de inclusão e universalização, como existiu com a telefonia ou com o projeto de computador popular”, disse. Ele acredita que o governo deveria olhar com mais atenção ao problema e usar a banda larga como ferramenta de incentivo ao desenvolvimento.

PARTE 2

 

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