Ciência e Tecnologia

As Armas Eletromagnéticas da Russia podem ser "mais eficientes que as armas nucleares"

arnuru101/10/2017 - A Rússia está desenvolvendo armas radio-eletrônicas, que usam um poderoso impulso UHF capaz de destruir todos os equipamentos eletrônicos a quilômetros de distância e até mudar o curso de uma guerra. O Listva, um veículo de remoção de minas com controle remoto capaz de detectar e explodir minas até 100 metros de distância, é uma dessas armas. Um veículo blindado equipado com um emissor UHF se move na frente de um sistema de mísseis móveis. Ele detecta minas terrestres controladas por rádio plantadas ao longo e longe da estrada usando um radar penetrante e depois usa raios de ultra alta freqüência para neutralizá-los. Esta é uma técnica inovadora, que nunca antes havia sido usada.

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As 10 tendências tecnológicas que vão mudar o mundo até 2020

tntec1Durante o Symposium/ITExpo 2015, realizado nesta terça-feira, 20/10, em São Paulo, foram apontadas as 10 principais tendências tecnológicas que serão estratégicas para a maioria das organizações em 2016. Essas tendências, diz David Cearley, Vice-Presidente (Fellow) da consultoria, vão moldar as oportunidades de negócios digitais até 2020. Saiba quais são elas:

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Boeing patenteia invento que cria campo de força defensivo

forcan1Por Victor Caputo, 24/03/2015 - Famosos na ficção científica, os campos de força poderão se tornar realidade. A Boeing registrou uma patente para um sistema similar. Famosos em filmes de ficção científica, os campos de força podem se tornar realidade. Recentemente, a Boeing registrou uma patente nos Estados Unidos que se assemelha muito ao conceito de campo de força. O nome da patente não chega a usar o termo “campo de força”. Ela foi registrada com o nome de “método e sistema para atenuação de ondas de choque através de arco eletromagnético”. Sim, o nome é complicado.

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As máquinas e os dispositivos mais célebres do serviço secreto

maservi topoOlhos e asas - Em maio de 1960, um avião americano U-2, que espionava e fotografava o território soviético e suas instalações militares, foi abatido pelos comunistas. O caso gerou um dos momentos de maior tensão da Guerra Fria e provou que os U-2 já não eram à prova de radares como até então se pensava. Para substituí-lo, a CIA encomendou o projeto de um novo avião de reconhecimento, o A-12 acima, hoje exposto em frente à sede da agência. Em quase toda a década de 1960, o A-12 foi usado sobretudo para ações secretas na Ásia – na Guerra do Vietnã e na Coreia do Norte.

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