China está retirando órgãos de prisioneiros cristãos ainda vivos, denunciam médicos

orchi125/11/2016 - Um relatório preocupante afirma que a China continua a retirar órgãos dos chamados “prisioneiros de consciência” em larga escala. Grande parte destes “procedimentos são feitos em pessoas que foram presas por contrariar o Partido Comunista, como por exemplo, cristãos. As informações foram divulgadas em um relatório da ‘News Corp Australia’. Às vezes os prisioneiros chegam a ser mortos para que seus órgãos possam ser retirados. Em outros momentos, seus órgãos são extraídos enquanto eles ainda estão vivos, de acordo com o relatório.

Outro relatório divulgado em junho diz que entre 60 mil e 100 mil transplantes de órgãos estão sendo feitos em hospitais chineses a cada ano. A quantidade parece ser questionável, já que as autoridades alegam que apenas 10 mil transplantes de órgãos são feitos anualmente.

“O número total de transplantes que os funcionários atribuem ao país como um todo, dez mil por ano, é facilmente ultrapassado por apenas alguns hospitais. Seja qual for o número total, ele deve ser substancialmente maior que os números oficiais”, disse o relatório.

O relatório também afirma que o transplante de órgãos na China tornou-se um negócio lucrativo. Ele cita o desenvolvimento de novos hospitais ou novas clínicas de transplante, sugerindo que há uma garantia de um bom ‘banco de órgãos’.

Há também muitos médicos qualificados para realizar transplantes de órgãos, indicando uma demanda para a habilidade. Além disso, esses profissionais estão constantemente sendo treinados.

“O transplante de órgãos na China significa dinheiro, muita coisa”, diz o relatório.

Denúncia

Um grupo chamado ‘Médicos Contra a Colheita de Órgãos Forçados’ (‘DAFOH’) está conduzindo pesquisas sobre tais coletas de órgãos forçadas em ‘prisioneiros de consciência’. A organização diz que a China é “o único lugar onde a coleta sistemática sistemática de órgãos continua a ocorrer em massa e tudo isso sancionado pelo Estado”.

Uma das razões para isso é que não há legislação que proíba a prática. Pelo contrário, uma velha lei abre o caminho para coletar órgãos de prisioneiros executados.

“Na verdade, ainda existe uma ‘Disposição de 1984’, que permite que os presos executados sejam usados como doadores – em violação direta à todas as diretrizes internacionais”, disse a porta-voz do DAFOH, Sophia Bryskine, de acordo com a NewsCorp Austrália.

Ela disse que o sistema legal da China é “corrupto”.

“A China ainda não confirmou que os prisioneiros de consciência foram executados somente para a retirada de seus órgãos. Eles apenas disseram que pararam com os procedimentos sobre os prisioneiros executados que tinham sentenças de morte”, disse Bryskine, acrescentando que a pressão internacional é necessária para pôr fim à coleta forçada de órgãos, sancionada pelo Estado.

O ex-legislador canadense David Kilgour e o advogado de direitos humanos David Matas – co-autores do relatório – foram ao Parlamento Australiano na última segunda-feira (21), para pedir aos legisladores que intervenham na prática chinesa.

Kilgour e Matas disseram ao Parlamento que detêm provas de que há cerca de 60 mil a 100 mil transplantes de órgãos sendo realizados na China a cada ano. Eles disseram que a maioria das vítimas, além dos praticantes da doutrina Falun Gong, são cristãos, budistas tibetanos e uigures muçulmanos. O assassinato dessas pessoas permite que a demanda por transplantes seja atendida.

Em uma conferência de imprensa em junho, a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Hua Chunying, negou os relatos sobre a coleta forçada de órgãos.

“Quanto ao testemunho e ao relatório publicado, quero dizer que essas histórias sobre a coleta forçada de órgãos na China são imaginárias e sem fundamento – elas não têm qualquer base factual”, disse ela.

A China, segundo ela, impõe “leis e regulamentos estritos sobre esta questão”.


Tétrica coleta forçada de órgãos humanos na China

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06/12/2016 - O “The New York Post” e a CNN apresentaram relatórios da “sombria colheita órgãos humanos na China”, citados por “Clarin”. Segundo eles, a China praticaria anualmente entre 60 mil e 100 mil transplantes de órgãos, enquanto o governo diz que faz só 10 mil! Ninguém ao certo sabe o número exato, pois muitos acontecem em sigilo despedaçando presos nos cárceres.

A CNN cita relatório feito pelo ex-legislador canadense David Kilgour, o advogado de direitos humanos David Matas e o jornalista Ethan Gutmann.

O trabalho revela a gigantesca discrepância entre os números oficiais e os dos hospitais chineses. A investigação aponta um conluio entre o governo chinês, o Partido Comunista e o sistema de saúde, incluindo médicos e hospitais.

“O PC diz que o número legal de transplantes é de 10 mil por ano. Mas olhando para dois ou três dos maiores hospitais essa cifra fica superada muito facilmente”, escreve David Matas.

A brecha entre os 10 mil casos oficiais e os mais de 60 mil “reais” é preenchida com órgãos tirados de prisioneiros executados, muitos deles prisioneiros de consciência. Não há cifras oficiais das execuções, mas o tráfego não é um segredo.

O “New York Post” reconstituiu a sorte de um prisioneiro destinado a fornecer órgãos.

“Imagine que você é sequestrado e encerrado numa cela onde você vai passar vários meses ou anos sem acusação nem sentença”.

A descrição prossegue com as autoridades torturando e aplicando métodos de “lavagem de cérebro” para obrigar o preso a se alinhar com a ótica do regime comunista.

Periodicamente você é tirado da superpovoada cela e levado a uma sala onde lhe extraem todo o sangue que podem.

Outros prisioneiros vão colaborar prendendo você enquanto médicos lhe tiram amostras e você é submetido a procedimentos médicos invasivos.

“Ninguém vai responder a seus gritos implorando ajuda. Ninguém vai lhe explicar nada. O processo vai se repetir várias vezes. Você pode sair vivo após anos de brutal tratamento. Ou pode ser executado secretamente.

“Também há grande possibilidade de você morrer num quirófano após ser anestesiado por cirurgiões que vão lhe extrair um por um seus órgãos enquanto você continua vivo.

“O governo simplesmente vai dizer que você desapareceu. Ou que na realidade você jamais passou pela prisão. O mais provável é que não fale nada.

"Entrementes membros do aparato partidário comunista ou simplesmente ricos - da China ou vindos do exterior para isso – vão se inscrever nos hospitais construídos especialmente para o transplante de órgãos e onde há uma vasta oferta de rins, fígados e outros órgãos humanos.

“A colheita de órgãos é um negócio lucrativo para o governo chinês”, conclui o Post.

A sádica e imoral prática está em andamento em centros de detenção de prisioneiros políticos, campos de trabalho forçado e outras prisões “negras” em toda a extensão do país socialista.

A associação “Doctors Against Forced Organ Harvesting (DAFOH)” –Médicos Contra a Extração Forçada de Órgãos – concentrou sua atenção na China porque “diversamente de qualquer outro país do mundo, é o único lugar onde prossegue a sistemática colheita forçada de órgãos em escala massiva, sob o olhar do Estado”.

Segundo Sophia Bryskine, porta-voz de DAFOH, “não há leis que proíbam essa prática” ferozmente anti-humana. Só falta que alguma Planned Parenthood, ou clínica do aborto brasileira amparada por decisão de alto tribunal, passe a competir nesse satânico mercado!


Enfermeiros da China afirmam: extração de órgãos e transplantes ilegais não são mito

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07/07/2015 - O transplante ilegal de órgãos provenientes de prisioneiros de consciência na China chegou ao conhecimento público em 2006, no mesmo ano em que o ex-diplomata David Kilgour e o advogado de direitos humanos David Matas começaram suas investigações sobre tais atrocidades. A investigação realizada pelos srs. Kilgour e Matas culminou no relatório “Colheita Sangrenta”. Desde então eles têm viajado pelo mundo todo para expor os crimes de extração de órgãos.

Depoimento de testemunhas

Vinte e oito casos de transplantes ilegais de órgãos foram relatados na conferência bianual do Conselho Internacional de Enfermeiros (ICN em inglês) realizada em Seul, Coreia do Sul, de 19 a 23 de junho de 2015. Esses números foram fornecidos às organizações da conferência pela equipe médica do Japão, da Coreia do Sul, da Malásia e da China. Dois enfermeiros chineses, que pediram para permanecer no anonimato, constataram que a extração involuntária de órgãos está realmente ocorrendo na China.

“É verdade que os médicos na China extraem órgãos de pessoas vivas. Sabíamos que era ilegal, mas tínhamos que participar, uma vez que a ordem vinha das agências do governo”, disse o enfermeiro.

Órgãos extraídos de praticantes de religiões presos

Os órgãos são extraídos principalmente de pessoas presas por causa de suas crenças religiosas. Esses praticantes são perseguidos e detidos ilegalmente porque se recusam a ceder às exigências das autoridades comunistas para que desistam de sua crença. Jiang Zemin, ex-chefe do regime comunista chinês, iniciou uma perseguição à prática espiritual Falun Gong em 1999 e aprovou as atrocidades de extração de órgãos. Os praticantes tornaram-se os principais alvos porque vivem uma vida saudável, uma vez que não bebem álcool nem tomam medicamentos e seus órgãos são considerados muito saudáveis.

A Associação Internacional de Ética Para Transplante de Órgãos (IAEOT em inglês) e Médicos Contra a Extração Forçada de Órgãos (DAFOH) organizaram um estande na conferência. O principal objetivo da sua presença nesse evento foi o de expor aos 12 mil participantes da conferência a matança sistemática de praticantes por seus órgãos na China. A IAEOT e a DAFOH coletaram mais de 900 assinaturas para uma petição às Nações Unidas, que apela para que a China pare imediatamente com a extração de órgãos de praticantes de Falun Gong.

Equipes médicas do mundo todo são unânimes: este crime precisa ter fim

Li Eunji, da equipe da DAFOH, deu uma palestra na conferência. Ela afirmou que os hospitais da polícia armada e os hospitais militares na China são os principais extratores de órgãos de praticantes vivos de Falun Gong. A receita anual de transplantes ilegais de órgãos chega a mais de 100 bilhões de yuanes. Além disso, ela disse que o regime chinês está apoiando o transplante de órgãos por causa de seus grandes lucros. No entanto, na China não é feita nenhuma menção de que os órgãos são extraídos de praticantes vivos de Falun Gong.

O professor Robert Simon, conferencista holandês, tomou conhecimento sobre a extração de órgãos depois de ouvir a palestra de Li. Ele disse que a ICN deveria aumentar a conscientização sobre esta atrocidade e que ele iria participar das medidas para ajudar a detê-la. Um repórter de uma revista médica espanhola sugeriu que o livro State Organs fosse traduzido para o espanhol para que mais pessoas de idioma castelhano pudessem ficar sabendo sobre as atrocidades cometidas na China com relação à extração de órgãos. Ele acredita que a ONU deveria intervir nesse assunto.

Uma obstetra japonesa, que trabalha no Japão e nos EUA, disse que iria ajudar a aumentar a conscientização sobre o crime em ambos os países. Um editor da revista International Emergency Nursing disse que quer publicar o assunto na revista e realizar conferências sobre esse tema. Um professor da Faculdade de Saúde Daegu, na Coreia do Sul, trouxe seus amigos e familiares para assinarem a petição para ajudar a acabar com a atrocidade na China.


China: governo procura por doadores de órgãos, prisioneiros são poupados


2015 - O governo chinês anunciou o fim da coleta de órgãos de prisioneiros a partir de janeiro de 2015. Mas a doação de órgãos não é uma prática difundida na China. Os poderes públicos terão que encontrar novos doadores. Dois treços dos órgãos transplantados na China vêm, atualmente, de prisioneiros condenados à morte, de acordo com estimativas oficiais. Se não é coletado de um condenado, será, nove em dez vezes, de um prisioneiro. Desde a regulamentação de 1984, na China, a remoção de órgãos de criminosos executados é oficialmente legal, com o consentimento do condenado ou com a autorização por escrito de seus parentes. No entanto, ONGs denunciam os abusos de autoridades chinesas, que, na maioria das vezes, não se preocupam em buscar a opinião do preso ou de sua família.

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Uma prática desaparecida? No último mês de novembro, o governo chinês garantiu acabar com a coleta de órgãos de condenados à morte, a partir do dia primeiro de janeiro de 2015. No entanto, o uso de órgãos de prisioneiros atende a uma demanda enorme: estima-se que 300.000 pacientes estariam na espera de transplante de rim ou de coração a cada ano. De fato, apenas 10.000 transplantes são realizados, de acordo com a agência Nova China. O país já estava enfrentando uma escassez crítica de doadores.

UMA PRÁTICA POUCO DISSEMINADA NA CHINA

A origem dessa falta? No Império do Meio, a doação de órgãos não é muito difundida. Liyou Zhang, estudante chinesa na Sciences Po de Paris, explica que, "de acordo com a tradição chinesa, é importante manter o corpo dos defuntos inteiros, de modo que fique intacto em sua vida futura. É por isso que os corpos devem ser enterrados e não cremados". De acordo com a estudante, "os jovens chineses talvez sejam mais abertos hoje quanto à doação de órgãos. O desafio será convencer seus pais.”.

Esta desconfiança quanto à doação de órgãos tem origem nos escritos de Confúcio, que revestem a cultura chinesa. No Livro da piedade filial, Confúcio escreveu: "Nosso corpo, nosso cabelo, nossa pele vêm dos pais, eles não podem ser danificados – este é o ponto de partida da piedade filial". O corpo deve ser e permanecer "uno e indivisível".

De volta a 2015: no ano passado, apenas 3.000 pacientes foram salvos. Segundo Huang Jiefu, diretor do Comitê de doação de órgãos na China e ex-vice-ministro da Saúde, 1.300 chineses doaram seus órgãos postumamente naquele mesmo ano. Um número em crescimento, mas ainda bem abaixo da demanda. Como as autoridades chinesas pretendem sanar esta deficiência?

AS INJUNÇÕES PÚBLICAS SE MULTIPLICAM

Liyou Zhang assinalou que, desde alguns anos atrás, as mídias vêm contando cada vez mais histórias sobre a doação de órgãos: um paciente à beira da morte salvo por um doador, uma vítima de câncer que autoriza seu médico a doar seus órgãos após sua morte... Histórias que “dão sentido à vida”, analisa ela. E que, ditadas pelo poder político, poderiam incitar a população a mudar de opinião sobre a doação de órgãos. No entanto, por ora, os números ainda são catastróficos: em dez milhões de chineses, apenas seis estariam prontos a tornarem-se doadores. Segundo o Comitê chinês de doação de órgãos, essa proporção é 62 vezes mais grave do que na Espanha.

Em Wuhan, o hospital universitário construído em parceria com o CHU de Nancy se desenvolve cada vez mais segundo o modelo de seu primo francês. Ele foi designado para ser o centro da atividade de transplantes de órgãos. Em 2009, ele abriu um "laboratório de engenharia celular e tecidual, aplicável na medicina regenerativa". O objetivo? Desenvolver células-tronco compatíveis com transplantes de fígado ou coração artificiais. Graças à linha de trem de alta velocidade inaugurada em 2011, Wuhan fica a apenas três horas de Canton, uma das maiores megalópoles do país, com 8,5 milhões de habitantes. Vale dizer que, em Canton, foi implantado um sistema de doação de órgãos, iniciado pela Cruz Vermelha chinesa em março de 2011. O projeto se espalhou para 38 hospitais chineses, o que suscitou 465 doações. Mas a maior parte de doadores vem de Canton, onde uma centena de órgãos foi doada.

Tecnologia e comunicação em massa: eis os dois coringas de que os governos precisam nessa luta contra os números. A divulgação de uma mensagem em âmbito nacional nunca foi um problema para a República Popular, e o país estará, em breve, na vanguarda da tecnologia em matéria de transplante. Resta ver a curva das doações subir.


Fonte: http://guiame.com.br/
           http://pesadelochines.blogspot.com.br/
           https://www.epochtimes.com.br
           http://www.lejournalinternational.fr/

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