O Caso Roswell - Parte 2

roswell5Manchete do Jornal , Daily Record, de Rosewell, 1º de agosto de 1947 RANCHEIRO ATORMENTADO QUE LOCALIZOU "DISCO" DIZ ESTAR ARREPENDIDO Robert Ungar, de 47 anos, criador de ovelhas do município de Lincoln, que reside em seu rancho, 45 Km a sudeste de Maricopa, declarou hoje ter encontrado destroços que o exército  a princípio descreveu como um disco voador, mas a publicidade que se seguiu a sua descoberta  ...

o levou a acrescentar que, se algum dia encontrar mais alguma coisa que não seja uma bomba, vai ficar calado a respeito. Ungar contou que ele e seu filho Bob Jr., de 8 anos, estavam cerca de 11 ou 12 Km afastados da sede do rancho de J. H. Foster, que ele administra, quando encontraram uma área cheia de destroços compostos de tiras de borracha, pedaços de folhas de alumínio fino, um tipo de papel bastante resistente e pedacinhos de madeira. No dia 3 de julho, seu filho Bob Jr. E a filha Mary de 12 anos, voltaram ao local e juntaram uma boa quantidade dos destroços. Não havia sinal algum de metal em toda área que pudesse parecer um motor e nem sinal de hélices ou coisa parecida, embora ele tenha visto uma armação que parecia ser um estabilizador de papel, colada a um dos pedaços de alumínio. Não foram encontradas quaisquer palavras nos destroços, mas ele disse ter visto letras em alguns pedaços. Uma grande quantidade de fita adesiva transparente, e algumas tiras  com flores impressas tinham sido usadas na construção do objeto. Ungar afirmou já ter encontrado antes dois balões meteorológicos no rancho, mas que eram diferentes dos destroços encontrados dessa vez. "Estou certo de que o material encontrado não é de um balão meteorológico", disse ele, "mas eu juro que, se encontrar alguma outra coisa por lá, que não seja uma bomba, vão ter que me torturar para eu falar a respeito".

Noite de Tempestade

Faltavam dez minutos para as 10 horas da noite tempestuosa de 2 de julho de 1947. Na varanda de sua casa , num bairro da cidade de Roswell, no Estado norte- americano do Novo México, o casal Wilmot espantou-se ao ver surgir velozmente no céu um objeto enorme, oval e incandecente. Um outro homem, William Woody também viu. Tudo foi muito rápido... na seqüência, o fazendeiro William Mac Brazel e seua vizinhos ouviram um estrondo. Algo ocorreu em meio à tempestade.

Na manhã seguinte o fazendeiro Brazel saiu para verificar os danos causados pela tempestade. Numa área remota de sua fazenda, encontrou destroços de algo que havia se espatifado no chão na noite anterior. Muitos pedaços de uma folha metálica maleável, que, após ser apertada, voltava para a forma original. Ele também encontrou bastões de uma matéria semelhante à uma rocha basáltica, resistente, que não podia ser queimada nem cortada. Nesses objetos estavam impressos estranhos sinais, na cor lilás, que lembravam uma escrita oriental ou hieroglífica. Recolheu certa quantidade e guardou em seu galpão, sem saber bem o que fazer. Mesmo relutante, acabou indo à delegacia no dia seguinte.

Depois de falar com Brazel, o xerife George Wilcox entrou em contado com o major Jesse Marcel, oficial do setor de Inteligência do Grupo 509 de Bombardeiros da Força Aérea americana. Ao mesmo tempo em que Marcel era designado para visitar o suposto desastre, seu superior, o general Roger Ramey, enviava um comunicado ao Pentágono a respeito do incidente. Começava nesse momento um intrincado jogo. Enquanto Marcel examinava os destroços, constatando que não eram radioativos, o governo americano empreendia uma busca sigilosa no local da queda do misterioso objeto.

Algumas versões dão conta que, além dos destroços do suposto disco voador, alguns de seus ocupantes teriam sido localizados e recolhidos à basa aèrea do Grupo 509 . Hoje é difícil aquilatar a credibilidade desses relatos, mas não há dúvida de que o fato tinha implicações mais profundas do que um simples desastre de avião. Tanto que no dia seguinte, o governo fez de tudo para abafar o caso.

roswell6Diz- se que Glenn Dennis, agente da Funerária Ballard, teria recebido um estranho telefonema da base aérea. Um oficial qieria saber se ele tinha um estoque de caixões pequenos, hermeticamente fechados. Dennis, perplexo, suspeitou ter havido algum acidente onde várias crianças morreram, mas o militar recusou-se a dar explicações. Uma hora e meia depois, ele ligou de novo. Dessa vez, queria saber como conservar cadáveres que haviam ficado muito tempo no deserto. Dennis recomendou que os corpos fossem congelados e ofereceu seus serviços, mas foi recusado. Intrigado, o agente funerário teria ido até a base, onde uma amiga sua, Naomi Self, trabalhava como enfermeira. Ao encontra a amiga ouviu dela um apelo: "Desapareça já, se não quizer se meter numa grande encrenca". Antes que pudesse se recobrar da surpresa, Dennis foi alcançado por dois guardas que o levaram para fora.

Nessa noite, a maior parte dos destroços já havia sido analisada. E ninguém sabia de onde viera aquilo! Seria um disco voador, uma experiência secreta do governo?!

Depois de uma reunião secreta entre Marcel e a cúpula da Força Aérea, a acessoria de imprensa da base divulgou um comunicado confirmando os boatos a respeito da possível queda de um disco voador. Nesse mesmo dia os jornais e as rádios locais anunciaram o fato aos quatro ventos. De uma hora para a outra, Roswell se tornava uma cidade conhecida em todos os continentes. Mas isso não agradou nem um pouco ao governo. Ao emitir um telex para a agência United Press, um radialista recebeu a seguinte advertência de Washington: "Atenção! Aqui FBI. Finalizar relato. Repito: Finalizar relato. Assunto de segurança nacional".

A farsa começava a ser montada nesse momento, na opinião dos que sustentam a hipótese da queda de um disco. Os destroços começaram a ser levados para a Base Aérea de Wright Patterson, em Ohio. No lugar onde eles estavam, na fazenda de Brazel, teriam sido colocados fragmentos de um balão meteorológico, juntamente com um aparelho de orientação de radar. O passo seguinte foi uma declaraçõa feita pelo próprio Marcel, que disse que a versão inicial, de que o objeto era extraterrestre, era um lamentável engano, e quem em suma, era mesmo um balão meteorológico.

Mais ou menos a mesma coisa aconteceu nas declarações de Brazel. Num primeiro momento, acredita-se que ele andou falando sobre um disco voador, mas de repente, sua conduta mudou, assim como sua situação financeira.

O agente funerário Dennis, teria recebido um telefonema de sua amiga enfermeira, que lhe revelou em sigilo absoluto, ter acompanhado, a pedido dos médicos, uma autópsia preliminar de corpos de extraterrestres. Segundo o relato da moça, os corpos não tinham mais de 1,2 metros de comprimento, exalavam um odor quase insuportável. Teriam uma cabeça proeminente, sem cabelos, dotada de olhos grandes e profundos, diminutos orifícios nasais e uma boca bem fina. Os braços seriam compridos e delgados. A pele, escura, macia e lisa, sem pêlos. As mãos teriam quatro dedos, com orifícios similares aos dos polvos. ( Depois desse dia, Dennis jamais voltaria a ver sua amiga. Ela teria sido transferida para um país distante, talvez a Inglaterra. Ele lhe escreveu algumas semanas depois, mas a carta voltou com o carimbo "falecida". Mas anos depois, um pesquisador do caso descobriu que jamais uma enfermeira com esse nome teria trabalhado na Base, então Dennis revelou ter dado um nome fictício a ela. Por que? )

Em 24 de setembro de 1947, o presidente Truman inaugurou uma operação secreta chamada "Majestic 12", cujo objetivo era investigar ao máximo tudo o que havia acontecido em Roswell - o que dá a entender que a versão do balão meteorológico não passava de uma farsa.

Roswell: confissão no leito da morte traz novos detalhes sobre o fenômeno extraterrestre

O incidente de Roswell, conhecido de todos os ufólogos e entusiastas da ufologia, ocorreu em julho de 1947 - há exatos 60 anos, portanto, e envolveu o resgate de materiais nas imediações da cidade de Roswell. Logo no primeiro dia, os militares do 509º grupo de bombardeiros envolvidos na coleta divulgaram um press release oficial afirmando que haviam localizado os destroços da queda de um “disco voador”, e este material foi publicado por jornais de todo o país no dia seguinte, atraindo a atenção de autoridades superiores que logo providenciaram a publicação de um segundo release informando que não se tratava de um OVNI, mas sim de destroços de um balão meteorológico - posteriormente “promovido” a balão de espionagem.

roswell7Desde então há incessante especulação e visões completamente divergentes sobre o que é verdade e o que é ficção nesta história. William “Mac” Brazel, o fazendeiro que localizou inicialmente os destroços em suas terras, já havia recolhido anteriormente balões militares que caíram em sua fazenda, e declarou imediatamente para a imprensa que os destroços de julho de 1947 não eram de um deles - mas a rádio local foi pressionada a não divulgar a entrevista gravada (MP3). O agente funerário da cidade também testemunhou ter fornecido vários caixões em tamanho infantil para os militares naquele dia, e ter sido informado de que seria para transportar os corpos dos alienígenas encontrados mortos junto ao aparelho. A fotografia de um dos corpos foi entregue a ele, e logo desapareceu misteriosamente de dentro de seus arquivos.

Moradores da região que visitaram o local do incidente antes da sua interdição pelos militares foram visitados por eles repetidas vezes e intimidados até entregar todos os fragmentos metálicos e outras recordações que haviam recolhido, e desde então relatam que o local ficou interditado por meses, enquanto os militares literalmente peneiravam o solo até remover todos os indícios e evidências do que ocorreu, enviando o material para 3 bases do exército, incluindo a de Muroc, hoje conhecida como Base Aérea Edwards, Fort Worth e Wright Field.

A controvérsia continuou por décadas, mas em junho de 2007 surgiu um fato novo. Walter Haut, o tenente encarregado das relações públicas da base áerea de Roswell na época do incidente e autor do press release original que anunciava oficialmente a captura de um disco voador acidentado, faleceu mas deixou um testemunho assinado e certificado, com instruções para ser revelado apenas 1 ano após sua morte.

No testemunho, o Tenente Haut nega as declarações de sua vida inteira, e afirma que a história do balão era falsa, inventada para encobrir a captura de um objeto não identificado. Segundo ele, o objeto foi armazenado inicialmente em um hangar da base, e peças dele foram entregues a militares de alta patente, nenhum dos quais soube identificá-los. Ele também afirma ter visto 2 corpos de alienígenas, com aproximadamente 1,2m de altura e cabeças desproporcionais, bem como o objeto em si, que ele descreve como sendo oval e metálico.

Uma matéria da imprensa internacional descreve o testemunho do tenente Haut, que guarda sintonia com as suas declarações de 2005 (MPEG) ao WMBI do Novo México. As declarações do Tenente Haut ao WMBI integram o Dossiê Roswell, que incluem também o áudio de uma entrevista com Mac Brazel pouco antes de sua morte, fotos da escavação de 2002 no local do incidente e o relatório secreto da Força Aérea realizado durante o governo Clinton.

O depoimento de John Titor (MP3) sobre os mistérios do século XX, registrado em 2000 pelo WMBI Florida, também é consistente com as novas declarações do Tenente Haut.


Fontes: http://www.ufo.com.br/materiaespecial/roswell.htm
             http://www.fenomeno.matrix.com.br/fenomeno_ufologia_1_ets-roswell.htm
             http://www.acasicos.com.br/html/roswell.htm
             http://orbita.starmedia.com/~maxijp/page5.html
             http://www.angelfire.com/wy/arquivox/roswell2.html

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