Aogashima, a ilha mais fantástica do Japão

ilhafan1Quando alguém fala do Japão, a primeira imagem que vem a cabeça são os personagens multicoloridos de mangá, as luzes de neon piscante do centro de Tóquio, as ruas lotadas de pedestres. O caos, em suma. Mas tem um local que contraria esse estereótipo de falta de espaço e muita correria. A paradisíaca e surreal ilha de Aogashima: um imenso vulcão com um vilarejo e outro vulcão menor dentro. Tudo isso jogado na imensidão do Oceano Pacífico.

No melhor estilo “Inception”, a ilha já é um vulcão em si e aquela montanha verde ali no meio é o vulcão menor. A última erupção aconteceu faz tempo, foi em 1785, mas os estragos não foram sutis: foram 4 anos de atividade intensa do vulcão, culminando com a morte de cerca de 130 pessoas morreram (quase metade da metade da população local na época). Uma das coisas mais interessantes a respeito da ilha é que, mesmo estando a 350 quilômetros ao sul de Tóquio, é a capital japonesa que administra o local.

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A ilha de Aogashima, apesar de estar localizado a quase 400 quilômetros de Tóquio, é administrada pela capital japonesa. Faz parte da cadeia de Ilhas da Península Izu, localizado no Mar das Filipinas. É surpreendente saber que há pessoas que moram em um lugar tão remoto e desprovido de tecnologia como esse, onde só é possível chegar através de duas maneiras: de barco ou helicóptero.

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A ilha de Aogashima tem 3,5 km de comprimento e largura máxima de 2,5 km, formadas pelos restos de sobreposição de pelo menos quatro caldeiras submarinas. A ilha é cercada por escarpas muito íngremes de depósitos vulcânicos em camadas. No litoral sul também sobe para uma crista afiada formando uma borda de uma cratera chamada Ikenosawa com um diâmetro de 1,5 km.

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Não há muitos detalhes sobre como a ilha começou a ser povoada, mas registros históricos indicam que desde o século XVII já tinha gente por lá. A ilha tem 8,75 km² de área e uma população local de 200 pessoas. Se você cogita passar o réveillon em um vilarejo japonês que, ao mesmo tempo, está ao redor e dentro de um vulcão, é bom saber que as únicas maneiras de entrar em Aogashima são de barco e helicóptero. A queima de fogos deve ser humilde, mas, mesmo sem Instagram, não deve ser difícil passar por fotógrafo profissional em um lugar desses.

Fonte: Future Giraffes
           http://www.japaoemfoco.com

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